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Levi's lança linha de jeans com etiqueta de menor consumo de água

O uso de materiais recicláveis e fibras renováveis já está presente no mercado em diversas marcas, incluindo as de jeans. 

Mas o gasto de água para produção de uma calça jeans é um dos principais desafios da indústria. Por isso, a Levi's prepara o lançamento de uma linha que gasta menos do recurso natural na fabricação do produto.

A linha chega ao mercado em janeiro e virá com um símbolo indicando que em vez dos 42 litros necessários para se fazer um par, o item foi feito com percentual menor de água, variando entre 28% e 96%, dependendo da lavagem e acabamento.

A empresa divulgou que 20% da produção que atende os mercados da América do Norte e do Sul, incluindo o Brasil, será feita sob o novo processo.

Para o consumidor, não haverá mudanças nos produtos. Modelos tradicionais, como a 501, chegam às prateleiras com cores, tons e detalhes diferenciados. 

Segundo a Levi's, a alteração que permitiu a economia de água foi feita no processo de fabricação, incluindo a união de diversos ciclos em um e a troca da água pelo ozônio na hora de deixar o jeans mais estonado (desgastado).

A Levi's também divulgou que não haverá alteração nos preços dos produtos por conta do novo processo.

Fonte: Terra

Shopping Diet: como praticar a sustentabilidade e economizar no guarda-roupa

quarta-feira, 28 de julho de 2010 02:54 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Imagine aquela horrível e familiar sensação: você está diante de um armário totalmente recheado e acha que não tem nada para vestir. Agora, imagine algo pior: seu armário contém apenas seis itens, e você está restrito a usar apenas esses seis itens por um mês inteiro. Agora, se você pode suportar isso, imagine algo indescritível: ninguém percebe.

Quase um mês após iniciar esse desafio auto-infligido, Stella Brennan, 31, executiva de vendas de seguros de Kenosha, Wisconsin (EUA), seu marido Kelly, um mecânico, ainda não tinha descoberto que ela estava usando os mesmos seis itens desde 21 de junho. A parte triste dessa historinha é que o Sr. Brennan é o responsável pela lavanderia. Durante a sua experiência - chamada 'dieta de compras' - que terminou dia 21 de julho, a Sra. Brennan selecionou as seguintes peças: um blazer e calças pretas da H & M, duas camisas (uma preta e uma rosa), um par de jeans Old Navy e uma t-shirt rosa super batida.

Escolher esses itens foi complicado: ela tem dois filhos, um golden retriever e três gatos, e estava começando um novo trabalho mês passado, com um trajeto de uma hora. Ela disse que precisava de seis itens à prova de pelo de cachorro, crianças, comida e amassados. "Eu preciso desses itens para ser profissional, mas também para jogar futebol com meu filho e ir a festas", justifica. Sua revelação após ao final de 31 dias - depois de seu marido não perceber, mesmo quando ela usava pijama de estampa floral para fazer jardinagem: "Obviamente, eu não precisar de todas essas roupas".

Este exercício de auto-controle foi motivado por um desafio chamado Six Items or Less . A premissa é passar um mês inteiro usando apenas seis itens - ou menos - que já estejam no seu armário (não contando sapatos, lingerie ou acessórios). Cerca de 100 pessoas em todo Estados Unidos, e em lugares distantes como Dubai e Bangalore, na Índia, também se engajaram de participar, como uma forma de cortar gastos, demonstrar preocupação com a produção em massa e o transporte global de vestuário (que deixa as roupas mais baratas e agride o meio ambiente).

Enquanto isso, o Great American Apparel Diet, um programa ainda mais rigoroso que começou dia 01 de setembro de 2009, trouxe a proposta de mais de 150 mulheres e dois homens praticarem a abstinência de compras por um ano inteiro. (Novamente, underwear não conta.) Em agosto, a Galeria Books irá publicar um guia chamado "The Shopping Diet", assinado pelo estilista do red carpet Phillip Bloch. Entre as etapas propostas por Bloch estão: admitir que você é um overshopper (compra mais do que precisa), fazendo compras seguras e responsáveis e tornando a dieta um estilo de vida.

Embora os números pareçam pequenos - e suas dietas extremas, esses economistas da moda são representativos, talvez em uma forma notável, de um amplo reconhecimento dos hábitos dos gastos dos consumidores. Enquanto a economia começa a melhorar, os compradores de todos as classes estão lutando com as mesmas perguntas: é seguro ir para trás a nossa velha forma, pré-recessão? Ou será que devemos? Os autores dessas dietas - incluindo alguns executivos de marketing de moda e publicidade, curiosamente - parecem não pensar.

Sally Bjornsen, fundadora do Great American Apparel Diet, disse que foi alertada para parar de comprar roupas por um motivo simples: "eu estava doente e cansada do consumismo". No verão passado, Bjornsen, 47 anos, estava pensando em quantos anos de crédito fácil levou ao excesso de carros, casas e bens de luxo. Então, olhando em seu próprio armário, ela percebeu que era parte do problema. Por seu trabalho, como representante comercial de fotógrafos em Seattle, e antes que como executiva de marketing em empresas de moda - como Nike e Nordstrom - ela gastou de 5 a 10 mil dólares por ano em roupas. "Eu estava comprando de um modo notório," confessou. "Eu extrapolava motivada pela coisa toda".

Independentemente disso, os 'seis pontos' da experiência foram concebido por dois amigos: Heidi Hackemer, 31 anos, diretor de negócios estratégicos na agência de publicidade de Nova York BBH, e Tamsin Davies, 34 anos, chefe de inovação em Fallon de Londres, depois de uma discussão informal sobre seu desejo de limpar os armários. A ideia foi crescendo e se tornou um desafio criativo, o Six Items or Less.

As regras não são rígidas e rápidas. Se uma pessoa, por exemplo, tiver vários blazers preto parecidos - como a Sra. Brennan, a executiva de Wisconsin, fez - poder contá-los como um item. "Nossa ideia não era inserir uma filosofia por trás da proposta, e não ser enfadonho," explica Hackemer. O desafio foi tão popular que pode ser repetido neste ano.

Fonte: The New York Times

Consumo consciente na moda também significa economia no bolso

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010 19:14 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários


A busca pelo consumo consciente está literalmente na moda e, hoje, já é possível se vestir bem e ser ecologicamente correto ao mesmo tempo e, o melhor, sem gastar muito.

Segundo a consultora de moda e professora da Faculdade Santa Marcelina em São Paulo, Andréia Miron, as compras em brechós ou as reuniões entre amigos para a troca de roupas (em inglês, swishing), além de serem alternativas baratas representam também uma forma de reunir amigos e descontrair.

"Hoje está muito em alta o uso do vintage, que é o uso de peças de outras épocas. Além disso, neste tipo de compra, a pessoa pode comprar uma roupa de marca com preço até 70% menor".

Outras opções
Outra ideia é adotar o hábito da customização. Em outras palavras, colocar a criatividade em ação e dar cara nova às peças que há muito estão no guarda-roupa.

"Além de colaborar com a natureza e com o bolso, a pessoa ainda garante exclusividade", diz Andréia.

Já quem quer ser ecologicamente correto na hora de se vestir, mas não abre mão de comprar coisas novas, deve começar a observar a procedência e os materiais usados na fabricação de roupas e acessórios.

"Ao comprar uma roupa nova, a pessoa deve observar a procedência, pesquisar e evitar ao máximo os materiais sintéticos, optando pelas fibras naturais, além de abolir o uso de peles".

Garantindo boas aquisições
Independentemente da forma que você escolher para renovar o guarda-roupa, para não se perder em meio a tanta oferta e garantir boas compras - você precisa tomar alguns cuidados.

Em primeiro lugar, tenha certeza de que realmente vai usar o produto que está levando. Mesmo podendo abusar um pouco da criatividade na hora da escolha, levando uma peça que provavelmente não encontrará em uma loja tradicional, você deve avaliar primeiro qual é o seu estilo. Não adianta, por exemplo, adquirir um vestido super colorido anos 60 e depois não ter coragem de usá-lo, deixando-o jogado em um canto do armário.

Em caso de dúvida, vale a recomendação básica de consultores de moda: leve peças clássicas, como terninhos em cores sóbrias ou conjuntos de tailleurs e saias, que estão sempre imunes a modismos e tendências passageiras.

Além disso, procure experimentar tudo o que quiser comprar, já que geralmente, em brechós, por exemplo, as trocas não são permitidas.

Fonte: Yahoo!