
A moda ecologicamente correta não se restringe ao guarda-roupa masculino ou feminino, mas já alcançou os pequenos. Há 30 anos no mercado produzindo moda para crianças de zero a 14 anos, a
Chicletaria lançou sua coleção primavera-verão confeccionada em fibras orgânicas e com lavagens naturais.
“A moda ‘eco friendly’, tanto em algodão orgânico como em malha ecológica feita de fibra de bambu, está relacionada a um sistema produtivo livre de modificações genéticas e de aplicação de pesticidas sintéticos ou químicos. O resultado é o mais natural possível, inclusive na lavagem”, diz Ana Maria de Souza Queiroz, sócia-fundadora da empresa.
De acordo com a executiva, que também assina as criações, a tendência do “ecologicamente correto” vem se consolidando na indústria da moda, seguindo outros setores. “Embora a limitação das quantidades e o uso de colorantes de baixo impacto à natureza acabem por encarecer um pouco o produto final, os ganhos em termos de conforto e maciez desses tecidos são inquestionáveis”.
A nova coleção tem duas fortes inspirações. A primeira é um retorno aos anos 80, marcados pelo bom humor das estampas e cores vibrantes, explorando mensagens lúdicas em verde-limão, laranja forte, amarelo-ovo, pink e turquesa. O “Ano da França no Brasil” é a outra grande inspiração, trazendo peças em estilo náutico chique, numa combinação de branco, vermelho e marinho, tanto nas roupas como nos detalhes.
Fonte:
Textilia
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Vi no
Cajon DeSastre e adorei. São ecobags bacanérrimas para desfilar pelas praias do Brasil - e do exterior, why not? As idealizadoras são duas alunas do Senai Cetiqt no Rio que desenvolveram o projeto 'Eco Souvenirs' na aula de empreendedorismo só que não se contentaram em parar no papel e realmente fabricaram o produto.
São dois modelos, sempre com a estampa preta, mas muda a cor dos detalhes e forro. Uma fez um texto de conscientização ambiental, e a outra fez a colagem fashion das celebs, e então uma amiga designer diagramou as duas. Elas ainda fizeram fotos de divulgação com o fantástico pano-de-fundo carioca, com cara de editorial descolado. A maior custa R$60,00 e a menor R$50,00. Para conhecer (e comprar, claro) pode acessar no
Facebook,
Twitter, ou pelo e-mail
ecosouvernirs@yahoo.com.br.
+ fotos aqui:
Cajon de Sastre
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Se você se preocupa com a preservação do ambiente, a roupa que você está vestindo nesse momento pode dar pano para manga na discussão sobre sustentabilidade. Será que o seu guarda-roupa está respeitando o bem-estar do planeta? (Clique na imagem acima para amapliar).
O uso de matérias-primas menos agressivas e de processos menos poluentes está sendo incorporado pela indústria têxtil, que já se deu conta de que não pode ficar para trás na onda do respeito à natureza. Uma iniciativa que vem dando certo é a utilização do selo e-fabrics em peças que respeitam critérios socioambientais como a escolha da matéria-prima. Idealizado pelo Instituto e, o selo já está presente em marcas como Osklen, que dispõe de mais de 50 lojas no Brasil e outras 10 no Exterior, e Grendene, empresa gaúcha que exporta calçados para mais de 90 países.
– O selo e-fabrics conta a história do produto. O design também é importante e precisa criar desejo – afirma a diretora do Instituto e, Nina Braga.
Os cursos superiores de moda estão preocupados em formar designers preparados para as oportunidades criadas a partir da preocupação ambiental. Isso pode aumentar a oferta de produtos verdes.
– Os estilistas têm de pensar em todo o ciclo de vida do produto e em coleções com referenciais de moda menos descartáveis – afirma a professora de Ecodesign da Feevale, Ana Maria Argenton Woltz.
A onda de consumo consciente pode se mostrar uma oportunidade para o Brasil. A abundância de materiais sustentáveis, como a juta e o algodão orgânico, pode ajudar o país a se posicionar como referência em roupas ecológicas.
– A agenda comum no mundo é sustentabilidade. O Brasil é um celeiro de matéria-prima e reúne uma mão de obra gigante – garante Nina.
Assim como em outros setores, preocupar-se com a preservação é mais do que uma tendência: é uma necessidade. E o futuro se mostra sombrio para quem não assumir esse papel.
– Quem não incorporar políticas ambientais responsáveis vai ser punido pelo consumidor – prevê Rodrigo dos Reis, gerente de conteúdo da WGSN, empresa que pesquisa tendências de moda.
E vamos às compras |
- Observe se a etiqueta traz alguma informação sobre as matérias-primas ou os processos de fabricação. Empresas que se preocupam com a sustentabilidade querem que você saiba disso. |
- Uma peça fabricada perto de onde você mora causa menos impacto, pois gasta menos recursos com o transporte. |
- Tecidos que não precisam ser passados ou lavados com frequência economizam água e energia. |
- Procure peças duráveis, que não saiam de moda tão rápido. O look do momento não precisa ser a regra no guarda-roupa e pode ser combinado com roupas mais atemporais e de qualidade. |
Fonte:
Zero Hora
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O convite aos participantes dizia: "Você é estilista? Artista? Político? Apaixonado por moda? Curioso? Se você respondeu sim a qualquer de uma das alternativas acima, ou a nenhuma, mas mesmo assim gostou da ideia, inscreva-se já para participar da primeira passeata fashion do Brasil!". No total, foram 56 inscritos que apareceram com seus modelos, às 14h, no Largo do Arouche (São Paulo - SP), para uma caminhada até o Parque da Luz. Em fila indiana e com o sol abrindo forte, esses personagens utópicos da moda causaram estranheza e admiração durante o percurso.
Ao chegar ao parque, um time de jurados formado por jornalistas de moda e estilistas, como Dudu Bertholini, Fabia Bercsek, Thaís Losso e Mario Queiroz, julgava cada inscrito, que concorria ao prêmio de apresentar uma nova coleção na próxima edição da Casa de Criadores. "Esse evento é único para as pessoas que sonham com moda e nunca têm oportunidade de mostrar o seu trabalho. Ele é extremamente 'underground' e democrático", disse a estilista Fabia Bercsek, 31, depois de ver e dar nota para todos os concorrentes.
Luiz Leite trouxe sua experiência trabalhando em uma fábrica de jeans para apresentar uma coleção masculina muito bem amarrada e que lhe rendeu o título de vencedor do 1º Fashion Mob. "A coleção se chama Luiz Leite by Eden e retrata um adeus à São Paulo. Por isso, os modelos carregam malas e guarda-chuva", conta o estilista autodidata com formação em psicologia. "Criei todas as peças com tecidos 100% orgânicos e fiz questão de cuidar muito bem do casting. Fiquei receoso de que os modelos pudessem pagar um mico durante a passeata, mas foi tudo muito bem organizado ", disse. A escolha acertada de modelos profissionais deu um "upgrade" na sua apresentação, já que a maioria dos participantes levou os amigos para desfilar.
Fonte:
UOL Estilo Moda
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Recebi a divulgação da
Livraria Cultura e um título chamou a atenção. "Manual do Arquiteto Descalço", da editora Empório do Livro, não é um lançamento (a edição é de 2008 e chegou por aqui no início do ano), mas lendo a sinopse pode-se ter uma ideia:
"A bio-arquitetura é um conceito que une ecologia, arquitetura e urbanismo. Revela técnicas e maneiras de construção em harmonia com a natureza e os seus recursos, promovendo o equilíbrio entre o meio ambiente e o progresso e, ao mesmo tempo, ajudando o homem a habitar o mundo de forma digna.
Neste livro, o arquiteto propõe explicações sobre contextos climáticos, formas e materiais que capacitam soluções sobre energia, água e saneamento que ajudam na obra, por meio do uso de eco-tecnologias alternativas".
O arquiteto e urbanista holandês Johan van Lengen - autor da obra - passou a maior parte de sua vida na América Latina - até se estabelecer no Brasil e fundar, em 1987, o TIBÁ – Instituto de Tecnologia Intuitiva e Bio-Arquitetura (
www.tibarose.com), na serra fluminense.
Encontrei uma resenha bem legal no
Planeta Sustentável. Ficou curioso? Corre para a livraria!
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Todos os anos o bureau
Trendwatching divulga uma prévia do que constatou que está vindo por aí. E o Eco Trends & Tips adianta uma das dez super tendências para 2010: o
Eco-Easy.
"Enquanto as boas intenções atuais das empresas e os consumidores são úteis, eco-resultados sérios dependerão de tornar os produtos e processos mais sustentáveis para os consumidores - mesmo que estes não percebam, e, se necessário, não deixar muito espaço para clientes e empresas optarem por alternativas menos sustentáveis, para começar.
O que muitas vezes significa uma forte, senão dolorosa, intervenção do governo, alguma coragem corporativa, ou uma forma brilhantemente inteligente de design e de pensar, se não todos eles combinados.
Pensar em edifícios cuidadosamente verdes, proibição total de sacos plásticos e garrafas, quota super restrita de atum-rabilho (espécie de peixe ameaçada pela pesca predatória) - ou qualquer coisa que não deixe escolha, não dê espaço para complacência, e assim torna "fácil" para os consumidores (e corporações ) fazerem a coisa certa e necessária".
A ideia soa um tanto imperativa, sob uma perspectiva capitalista e democrática de consumo. Mas, se pensarmos nas tendências bastante restritivas da sociedade ocidental (fumo, álcool, etc.), é realmente considerável que o efeito da preocupação com a temática ecológica e sustentável sob o mercado só seja perceptível a partir de uma interferência política - tanto do Estado quanto dos cidadãos - ou econômica - por mudança do posicionamento das empresas e dos consumidores. Seguindo esse raciocínio, tudo fica eco-fácil.
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Dia 21 e 22 de novembro um festival pretende sacudir a Chácara do Jockey, em São Paulo. O
Natura Nós About Us vai misturar no mesmo terreno shows de música, oficinas e exposições de arte e muita consciência ecológica - com quiosques de comidinhas e bebidas orgânicas.

No primeiro dia a programação é destinada às famílias, com atividades para a criançadas. Já o segundo dia promete, com shows de artistas nacionais (Carlinhos Brown, Lenine, Arnaldo Antunes e Afroreggae) e internacionais. Sting é a grande atração do evento - com seu trabalho reconhecido internacionalmente da
Rain Forest Foundation e seu rock clássico. O pop americano Jason Mraz é outro nome super aguardado.
Os ingressos vão de R$25 (para estudantes e crianças, no 1º dia) a R$500 (pista premium no 2º dia). No site do evento, além de mais informações, você encontra dicas sustentáveis, o Projeto Mosaico (para reunir pessoas que querem construir um futuro em harmonia), preview das músicas que passarão pelos palcos do About Us e outras iniciativas da Natura.
Natura Nós About Us:
www.naturanosaboutus.com.br
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Roupas ecológicas já são uma realidade no mercado de moda. Mas o mercado de lingeries demorou um pouco mais a compartilhar dessa ideia. Chamou atenção em algumas publicações voltadas ao público feminino duas campanhas balizadas na causa com atrizes globais de garota-propaganda.

A primeira, da tradicional
Valisère, traz
Fernanda Lima (em ótima forma após ser mamãe de gêmeos) vestindo conjuntos delicados com apelo sexy. A marca desenvolveu junto à Rosset o sistema Eco Dry ™ para o tingimento de tecidos sintéticos com praticamente eliminação do consumo de água deste processo.
"Estamos celebrando uma nova fase na Valisère, uma fase de esperança, consciência e responsabilidade. Uma fase em que buscamos despertar os valores, informar e propagar um movimento de conscientização da vida no planeta. Não somos os primeiros nem seremos os últimos, mas queremos sedimentar, com muito orgulho, nossa colaboração com o bem estar do planeta e, conseqüentemente, o nosso", explicam no site.
Alinne Moraes segue a linha sensual (fotografada por Gui Paganini) na apresentação das três coleções da marca sul-matogrossense
un.i: bamboo (seu tecido é composto de fibras de bambu, uma matéria-prima autossustentável e antibactericida que ainda regula a temperatura do corpo e garante às peças maciez e beleza), eco organic (composta por 95% algodão e 5% elastano) e 100% algodão organic (todas as peças dessa linha são feitas com tecido composto 100% de algodão orgânico).
Além das coleções, a grife criou o site promocional
Mulheres Salvando o Planeta, onde todas podem postar sugestões e concorrer a prêmios.
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