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Milan Salone com propostas green

sexta-feira, 8 de abril de 2011 22:40 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


O Milan Salone é inovação e reflexão sobre o design e sobre a evolução da humanidade. E o eco-design tema já valorizado nas edições passadas, esse ano em destaque temos a inauguração da Biblioteca do Verde e o Grande Jardim de Brera.

O Grande Jardim de Brera, foi projetado pelo arquiteto e paisagista italiano Marco Bay no bairro de Brera, coração da cidade. Inspirado na Arte Topiaria, se trata de uma grande sala verde que ira hospedar eventos ligados ao paisagismo e jardinagem.

Arquitetos criam casa usando material de construção encontrado nos arredores



Ao redor desta casa moderna, num raio de 15 quilômetros, estão várias casas e fábricas abandonadas. Marcando cada uma delas no Google Earth, os arquitetos reutilizaram os materiais. Nada foi desperdiçado – nem um guarda-chuva, que teve a armação usada na iluminação. E pelo design, não é o tipo de coisa que costuma vir com o selo “reciclado”.

A casa, que fica em Eschede, na Holanda, não é feita só de materiais reutilizados, mas os números impressionam – na parte exterior, a reciclagem rendeu 60% da produção, enquanto a área interna foi feita com incríveis 90% de materiais resgatados. E, apesar de tudo isso, o design continuou impressionante. Palmas para o pessoal da 2012Architects, provando que é possível pensar antes nos materiais para depois desenhar a casa.

Fonte: Gizmodo

Cimento "transparente" deixa luz do sol entrar em prédios

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 01:55 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

Uma empresa de arquitetura da Itália desenvolveu um "cimento transparente" que permite que a luz solar penetre nos ambientes, transformando as paredes em janelas gigantes.

O material foi batizado de i.light e tem centenas de orifícios minúsculos que permitem a entrada da luz sem comprometer a integridade da estrutura do edifício. Se observados de perto, é possível ver os pequenos burcacos de 2 ou 3 milímetros, mas quem olha de longe tem a impressão que a parede é transparente.



A tecnologia já foi testada em um edifício, o pavilhão italiano da World Expo em Xangai, no ano passado. Segundo a Italcementi, empresa que desenvolveu o produto, o uso do cimento perfurado pode economizar a mesma quantidade de energia que é economizada durante o horário de verão na Europa.

No pavilhão italiano da World Expo, 40% da parede de 18 metros de altura foi composta pelo "cimento transparente". O produto já foi patenteado pela empresa italiana, que afirma não ter planos de exportar a inovação para outras partes do mundo a curto prazo.

Fonte: Galileu

Acqua Viva: designers espanhóis reaproveitam água em decoração de ambiente

domingo, 19 de dezembro de 2010 23:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

Todo mundo sabe que a água é um recurso natural esgotável e que, se não economizarmos, ela um dia vai acabar. No entanto, as invenções criadas para captar e armazenar os litros e litros que caem durante a chuva, em geral, influenciam na decoração, já que seus criadores não costumam pensar na estética, mas sim na eficiência. 

Os designers da 4-ID, de Barcelona, na Espanha, alcançaram esse diferencial no projeto Acqua Viva. O produto é quase uma escultura e pode ser pendurado na varanda ou no jardim. Composto por peças com formatos que favorecem o caminho da água até o local de armazenagem, é feito de terracota. Por enquanto, o objeto é apenas um conceito.

Projeto LENY: talento de fashionistas famosos com vendas revertidas em benefício de projetos ecológicos



Que a sustentabilidade tem sido um bom mote para grifes do universo do luxo venderem mais e agregarem valor às suas marcas atrelando o espírito delas a um lifestyle ecologicamente correto, todo mundo sabe. Vários hotéis (com direito à associação americana Green Hotels), restaurantes e até discotecas (como a novaiorquina Greenhouse) já descobriram o poder do “verde” e têm explorado esse elemento como um diferencial. Grifes de joias como Chopard e Boucheron têm lançado linhas de alta joalheria em que parte da renda é revertida para instituições como a WWF e a One Drop. Arquitetos, designers e estilistas também já perceberam o valor de se defender uma responsabilidade social e ambiental e cada vez mais produtos desenvolvidos com essa preocupação se espalham pelo mercado do luxo.

Um dos exemplos mais marcantes nessa seara é o projeto LENY (Limited Edition New York), nascido em 2007 graças à visão da colombiana, mas francesa de coração, Mariel Gamboa, que resolveu mobilizar a indústria da moda para fazer parte de um projeto dedicado a boas causas.

A ideia foi inovadora: reunir um time de celebridades, ícones da moda e designers que doam sua criação para apoiar o projeto Climate, pertencente ao ex-vice-presidente americano Al Gore, cujo trabalho busca conscientizar a população em relação aos efeitos do aquecimento global. Mariel conversa pessoalmente com cerca de 12 personalidades e pede que contribuam doando seu talento.

Em geral, cerca de 10% das vendas dos produtos da LENY são revertidas para o projeto, mas algumas edições são especiais chegando a 100% de aproveitamento das vendas. Elas são feitas por fashionistas de alto escalão, como a atriz Gwyneth Paltrow, a estilista Diane von Furstenberg, a editora Carine Roitfeld e as modelos Kate Moss, Isabelli Fontana e Christy Turlington. Todas as peças são feitas em edição limitada de 500 exemplares. As peças – em sua maioria camisetas – são feitas em algodão orgânico, e custam cerca de US$200 cada. “Consciência promove escolha e escolha traz a oportunidade de mudar. Em tempos como hoje, em que o futuro do nosso planeta exige não só questionamentos, mas a urgência de uma reação, devemos agir rapidamente e juntos”, diz Mariel Gamboa, fundadora e diretora da LENY.

Com o slogan “Desenhe por uma causa e salve o planeta”, a marca LENY tem tanta força no mercado que já em seu ano de estreia, em 2007, chegou a participar da semana de moda de Nova York, a Mercedes Benz Fashion Week, e se destacou entre os mais de 200 desfiles e eventos promovidos pelas marcas participantes. Cerca de oito mil camisetas são vendidas por ano e, atualmente, bolsas e batons também fazem parte do portfolio da grife. Seus produtos podem ser encontrados em boutiques como a Intermix, a Colette e a Galeries Lafayette. Os produtos também podem ser adquiridos online, no site do projeto www.leny-icons.com.


Fonte: FAAP

Iluminação natural com sistema de captura e transporte de luz solar

sexta-feira, 8 de outubro de 2010 00:04 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Claraboias e janelas não são mais as únicas maneiras de prover luz natural a um ambiente. Um exemplo dessa possibilidade é o invento da empresa sueca Parans, que criou uma forma de transmiti-la por até 20 m sem perda de intensidade - preservando, inclusive, as variações de cor causadas por nuvens ou pelo crepúsculo. "Coletores instalados no teto ou na fachada absorvem a luz, que segue por fibra óptica até luminárias especiais no interior do prédio", explica Bengt Steneb, inventor do produto. Segundo ele, os benefícios vão além da economia de energia elétrica (que pode chegar a 25%).

Eles incluem mais conforto para os usuários, já que o corpo humano reage melhor às frequências múltiplas da luz solar que à constância da artificial. O sistema conta com filtros infravermelhos e ultravioleta - assim, não esquenta o interior, não bronzeia as pessoas nem causa danos a tecidos e plásticos. "A complexidade da instalação é a mesma que uma antena parabólica requer", compara Bengt. A Parans tem diferentes modelos de luminárias, com luz focada ou difusa, que, como nas lâmpadas tradicionais, podem ser desligadas ao toque de um botão.

De onde veio
Antes da invenção da lâmpada elétrica, no final do século 19, eram usados prismas para refletir os raios solares e iluminar interiores. Essa é a inspiração do produto, que se vale da capacidade de transmissão de luz das fibras ópticas.

Para onde vai
O perfil sustentável conta a favor do sistema. Segundo a Parans, se fosse colocado em 1% dos edifícios americanos, europeus e chineses, ele tiraria por ano 20 milhões de toneladas de CO2 do ar (quase o dobro da emissão de São Paulo).

Fonte: Planeta Sustentável

II Congresso Internacional de Arquitetura discutirá desenvolvimento sustentável



Nos dias 21 e 22 de outubro, o Centro Universitário  Ritter dos Reis –(UniRitter), em Porto Alegre, receberá um dos maiores eventos sobre desenvolvimento sustentável do ano. O II Congresso Internacional de Arquitetura e Ambiente, uma realização da Fundação CEPA Brasil e co-realização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, traz à Capital Gaúcha destacados especialistas do setor, apresentando diversos cases da  América Latina e Europa.

Durante o evento, que terá três temas abordados com maior ênfase – Cidade, Território e Arquitetura - o primeiro eixo temático estará voltado para o grande desafio dos gestores  da atualidade: a implementação de um novo modelo de desenvolvimento sócio-econômico e ambiental, orientado a melhorar e resguardar a qualidade de vida da população e a Sustentabilidade do Território.

Entre os conferencistas internacionais já confirmados estão os espanhóis José Maria Ezquiaga e Rafael Mata, Felipe Leal (México) e Edward Rojas ( Chile). Outro destaque do evento é a presença do arquiteto e doutor em Urbanismo Sérgio Magalhães (Brasil). Sérgio  foi  responsável pela concepção e implementação do programa Favela-Bairro, no Rio de Janeiro, e no momento atua no Programa de Estruturação Urbanística de Nova Iguaçu/RJ e no Plano de Recuperação Urbanística de Bel-Air, Porto Príncipe, no Haiti.

A Conferência Inaugural estará a cargo do argentino Rubén Pesci, presidente há 35 anos da Fundação CEPA, que conta com inúmeros projetos em planejamento do desenvolvimento em distintas partes do mundo. No Brasil, entre outros, na área pública, a Fundação já atendeu as prefeituras de Santa Maria (RS), Santa Vitória do Palmar (RS), Imbituba (SC) e Florianópolis (SC). 

Na América Latina, entre os trabalhos mais relevantes da CEPA está o case Nordelta (na imagem do topo), na Região do Tigre, Província de Buenos Aires, assim como o projeto  “Camino del Gaucho”, que visa o desenvolvimento de redes de comercialização de produtos e serviços e a preservação da cultura gaúcha na região dos Pampas em seus três países de abrangência: Argentina, Uruguai e Brasil.

Inscrições e maiores informações no site www.ambitetura.com.br, pelo telefone (51) 3062.0037 ou pelo e-mail: inscricoes@ambitetura.com.br. 

EcoConstruct Brazil: Seminário Internacional de Sustentabilidade e Ecoconstrução em BH

Nos dias 21 e 22 de setembro, a cidade mineira de Belo Horizonte sediará o Seminário Internacional de Sustentabilidade e Ecoconstrução, que reunirá especialistas do Brasil e do mundo, que são referência em construção sustentável, para dividir com os participantes seus conhecimentos sobre o assunto.

Entre os temas que serão abordados durante o seminário, estão: LEED e tendências da construção sustentável; Arquitetura durável; Arquitetura ecologicamente amigável; Inovação, tecnologia e reciclagem em telhas e painéis; Ecoeficiência e arquitetura bioclimática e Mercado, legislação e aplicações da energia solar. 

O evento ainda discutirá as possibilidades do governo de Minas Gerais para a construção de edificações sustentáveis para a Copa de 2014. Entre os participantes do debate está o arquiteto responsável pela reforma verde no Mineirão, Gustavo Penna (para saber mais, leia a reportagem Mineirão sofre reforma verde). A programação completa do seminário pode ser conferida ao lado (clique para ampliar a imagem).

Os interessados em participar do evento, que está sendo promovido pela EcoConstruct Brazil e pela Universidade Fumec, podem se inscrever aqui.

4ª edição do Morar Mais por Menos em Brasília



O Correio Braziliense realiza a 4ª edição da mostra Morar Mais por Menos Brasília – O chique que cabe no seu bolso de 22 de julho a 29 de agosto, no Setor de Clubes Sul – União dos Escoteiros, em Brasília.

O evento abre espaço para a exibição de projetos, serviços e produtos de decoração, paisagismo e arquitetura baseados na utilização de insumos sustentáveis que promovem a inclusão social, a brasilidade, a inovação e resultam em um trabalho de qualidade, e a preços acessíveis a várias classes sociais.

O Morar Mais por Menos Brasília integra um projeto nacional que busca apresentar ao mercado soluções que conciliem sofisticação e elegância com a utilização de matérias primas ecologicamente corretas e de baixo custo, além de apresentar alternativas para a economia de energia elétrica e o uso racional de água.

O evento é oportuno, na visão de Renata Cabral, Gerente de Soluções de Mídia do Correio Braziliense. “O Distrito Federal vive um boom imobiliário em suas várias regiões administrativas e, dessa forma, há um grande público ávido por soluções para construir e mobiliar seu imóvel e, de preferência, que estejam aliadas às mais modernas tendências do setor”. A realização é da + Eventos e o jornal é correalizador do projeto.

Além de evidenciar produtos desenvolvidos com a filosofia sustentável, a mostra abre espaço para itens criados por comunidades carentes ou profissionais (artesãos) informais, além de prever ambientes especiais visando a inclusão de portadores de necessidades especiais.

“O público pode ter a certeza de que encontrará o melhor custo-benefício em relação a produtos e serviços onde procuramos valorizar produtos tipicamente regionais e genuinamente brasileiros”, diz Celso Faria, organizador da mostra.

O público do DF poderá visitar aproximadamente 40 ambientes decorados com elementos que mesclam exclusividade e consciência ecológica e socialmente responsável. Com uma média de visitação de 20 mil pessoas, a mostra já percorreu grandes capitais como Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia, Vitória, Recife e São Paulo. Confira o calendário e roteiro desse ano no site.

Fonte: Guia de Mulher

Madeira de PET reciclado mais resistente

Não é de hoje que objetos de madeira são os preferidos em pátios, parques e áreas ao ar livre. Utilizada pelo paisagismo para compor ambientes, a madeira exige uma série de cuidados para que sobreviva ao vento, à chuva e a possíveis fungos. Já para o material feito de resíduos plásticos, as intempéries do clima não são um problema.


A durabilidade característica do plástico permanece no novo material e vira protagonista em bancos, floreiras, lixeiras, cercas ou deques. A Madeplast, por exemplo, dá uma garantia de 10 anos em seu produto, que pode, ainda, ser serrado e pregado. Já o modelo da Acinplas não tem pregos ou parafusos de metal que possam enferrujar, todos os pinos também são de madeira plástica.

Mesmo com um processo de fabricação diferente, o objetivo dos produtos feitos pela paranaense Madeplast e pela gaúcha Acinplas é semelhante. A primeira mistura sobras de madeira com resíduos plásticos enquanto a segunda usa apenas os plásticos que sobram de sua produção de embalagens. A ideia final de ambas é produzir tábuas de alto padrão, resistentes e bonitas.

"Queremos desmistificar a ideia de que existe de que o produzido com material reciclado é de segunda linha", reforça Fabio Moreno, gestor de negócios da Madeplast.

Ao falar do mercado, os dois modelos vivem realidades distintas. Enquanto a Madeplast está há pouco mais de dois anos no mercado e já comercializa, a Acinplas precisa de mais apoio para produzir em escala as tábuas que começaram a ser feitas há 10 anos.

Com a ajuda da Universidade Positivo, a marca sediada em Curitiba comemora a aceitação no mercado. Mesmo com um preço três vezes maior do que o da madeira convencional, a madeira plástica vende. O grande estímulo é o fato de ser impermeável, não exigir manutenção e ser resistente a pragas, luz, calor e umidade. "A madeira plástica representa um novo paradigma", sintetiza Moreno.

O caminho da Madeplast

> Resíduos termoplásticos como bombonas de água, garrafas PET e frascos de cosméticos são coletados, separados, limpos e moídos por uma rede de fornecedores da Madeplast.

> Da mesma forma, sobras de madeira provenientes de podas de árvore ou de madeireiras são classificadas e picadas antes de chegar à indústria.

> Na indústria, uma máquina reúne os resíduos de plástico e os de madeira até alcançar uma mistura homogênea.

> Em média, são usados 50% de matéria-prima plástica e 50% de sobras de madeira. Essa porcentagem pode variar de acordo com o produto final almejado.

> Depois de misturados, os materiais seguem para o processo de extrusão. Com uma mudança de temperatura, a parte plástica derrete e se une à madeira. Dessa máquina, saem as tábuas de madeira plástica.

> Dependendo do que se deseja fazer com as tábuas, elas são cortadas e encaminhadas para o acabamento final. É nessa etapa que a madeira plástica ganha características visuais parecidas com as da madeira convencional, como os nós.

Fonte: Zero Hora

A casa do futuro: é possível aliar tecnologia, design e sustentabilidade


Fonte: Bolsa de Mulher

Fab Lab House: uma casa, uma árvore

quinta-feira, 22 de julho de 2010 02:27 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

"Uma casa é como uma árvore que produz energia com suas "folhas' solares, envia para suas raízes, onde a armazena, compartilha ou devolve para a casa para produzir o fruto da eletricidade". A partir desse conceito a Fab Lab House inova o mercado construção sustentável.

Realizado em uma parceria do Institute for Advanced Architecture of Catalonia (Espanha) e o Massachusetts Institute of Technology  (EUA), essa moradia inteligente é uma obra viva: capaz de gerar mais energia do que consome, além de produzir alimentos em horta própria e contar com um maquinário de última geração que permite aos moradores criarem seus próprios móveis e objetos.



"Se no século XX dizia-se que 'a forma seguia a função', no século XXI 'a forma segue segue a energía'. A casa não é mais uma máquina, mas sim um organismo habitável", definem. O sistema de controle permite avaliar em tempo real seu comportamento detalhado e sua interação com o entorno, criando perfis e compartilhando-os socialmente.

A Fab Lab House foi desenhada para ser habitada por uma família de quatro pessoas e estima-se que, quando colocada à venda, custe 199 mil euros.

Fontes: ZH e Fab Lab

Container pré-fabricado vira casa sustentável

segunda-feira, 7 de junho de 2010 22:32 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários



Em Brittany, na França, os arquitetos da CGARCHITECTES planejaram e construíram esta casa composta por quatro containers pré-frabricados. O material da residência pouco necessita de manutenção e, na parte interna, cuidou-se apenas da funilaria e brilho. Além da casa em si, ainda há espaço para um carro de pequeno porte e um jardim no telhado de um dos containers.

Fonte: Semper Parata Via Inhabitat

Arquiteto Kosta Mathey fala de sustentabilidade em aula inaugural da FAU/PUCRS

sexta-feira, 26 de março de 2010 23:09 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS (FAU) realiza na próxima terça-feira, 30 de março, uma aula inaugural com a presença do arquiteto e urbanista Kosta Mathey, professor em universidades da Alemanha e de Cuba e especialista em planejamento urbano e em construções nos países do hemisfério sul.

Será às 19h, no auditório do prédio 9 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 - Porto Alegre), com entrada franca. A aula será proferida em espanhol. Informações pelo telefone (51) 3320-3564.

Atualmente Mathey dirige projetos de pesquisa sobre a prevenção da violência urbana por meio de planejamento e intervenções na África Subsaariana. Desenvolve tipologias de habitação que são sensíveis às alterações climáticas e já trabalhou em projetos para milhares de habitações na Etiópia

Fonte: PUCRS

Família constrói casa de garrafas PET na Argentina

terça-feira, 9 de março de 2010 23:10 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários
Não há maneira melhor de se aprender a respeitar a natureza e a reduzir seus impactos no planeta do que utilizando esses princípios na construção de sua própria casa. Foi isso que fez a família Santa Cruz. Eles utilizaram garrafas PET para erguer paredes, janelas, escadas e até camas, além de embalagens Tetra Pak para construir o telhado.

A Casa De Botellas foi construída em Puerto Iguazu, na Argentina, pelos próprios membros da família. No total, foram utilizadas 1.200 garrafas plásticas, 1.300 embalagens Tetra Pak e 140 caixas de CD’s na construção da casa, bem como outras 320 PETs utilizadas na confecção dos móveis.

Apesar de não ser arquiteto nem engenheiro, o patriarca Alfredo Santa Cruz diz que desenhou a casa para ser acessível, simples e criativa nos mínimos detalhes. “Estamos cuidando do planeta de uma maneira diferente, desde a criação de soluções eficazes, até a gestão dos resíduos domésticos”, diz.

A estrutura da casa e toda a mobília foram feitas inteiramente de plástico. Além de ambientalmente correta, a escolha da garrafa PET tem fundamentos práticos, diz a família. Elas levam até 300 anos para se decompor, são mais resistentes e duráveis que o cimento, além de possuírem proteção térmica e acústica e serem menos inflamáveis que outros materiais, como a madeira.

Eles contam ainda que captaram todo o material da obra em sua própria coleta seletiva e nos lixos da vizinhança. “Estamos conscientes de que, idealmente, deveriam existir estações de tratamento de resíduos, já que a maioria desses elementos pode ser reciclada. Mas por qualquer motivo, isso não acontece na quantidade necessária para diminuir a quantidade de resíduos gerados todos os dias no mundo”, lembram.

 

 

Mais que uma simples casa

No site da Casa De Botellas, a família explica como buscaram unir respeito social, ambiental, turístico e cultural em uma única iniciativa. Medidas que ajudam a espalhar a mensagem de conscientização pela comunidade e para os turistas que já fazem visitas constantes à casa são algumas delas. Eles ainda buscam alternativas para tornar a moradia mais sustentável e levam a sua essência para diversos locais da região.

Ao criar soluções práticas capazes de amenizar os problemas ambientais causados pelo homem, a Casa De Botellas tem servido de exemplo em muitos países, especialmente na América Latina. “Ela demonstra como um pouco de ‘engenhosidade criativa’ pode trazer positivas para a maneira como o ser humano interage com o meio ambiente”, completa Santa Cruz.

Fonte: Mercado Ético

Ecobuild 2010 leva design e construção eco-sustentável a Londres


No próximo dia 04 de março de 2010 acontece em Londres o Ecobuild 2010, o maior evento mundial dedicado ao design e construção eco-sustentável.

Nesta sua quinta edição o evento atrairá cerca de 800 expositores e 30 mil visitantes, além de promover mais de 100 conferências e seminários e dezenas de atrações especiais.

O Ecobuild começou em 2004 como uma pequena conferência a respeito de "green building". Porém, imediatamente, cativou a atenção de arquitetos e designers pioneiros e atraiu também produtores de artigos inovadores relacionados à construção sustentável.

O entusiasmo foi tão grande que no ano seguinte, em 2005, se realizou o segundo evento - este já com as características de hoje. Em 2006, em conjunto com seu co-irmão, o Futurebuild, ele mais do que dobrou em tamanho e audiência – fato que vem se repetindo desde então.

Mais de 500 expositores e quase 26 mil visitantes participaram da edição de 2008, fazendo do Ecobuild & Futurebuild o maior evento dedicado ao design sustentável, a construção e arquitetura ecológica.

Os interessados em participar, entrem em contato com representante do evento no Brasil, Jesse Salgado (fone: +55 16 8820-3281 | e-mail: jesse_salgado@yahoo.com.br).

Ecobuild: www.ecobuild.co.uk





Empresa galesa faz casa com 18 toneladas de plástico reciclado


Uma empresa do País de Gales, na Grã-Bretanha, construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclado.

A companhia Affresol desenvolveu uma tecnologia que transforma plástico e minerais em um material batizado de Thermo Poly Rock, que poderia revolucionar a indústria de construção.

O projeto, apoiado pelo governo galês e por organizações ambientais, já lançou uma linha de casas verdes e construções modulares portáteis de quatro toneladas.

O secretário da Economia do país de Gales, Ieuan Wyn Jones, disse que "o novo processo sustentável" tem muito potencial e pode gerar uma grande quantidade de empregos.

Patente

A empresa diz que o processo tem baixo consumo de energia e transforma plástico em um material durável e resistente.

As placas de Thermo Poly Rock formam as paredes de sustentação da casa, que pode ser coberta externamente com tijolos ou pedra, enquanto o interior pode ganhar uma camada de isolamento térmico e ficar com a mesma aparência de uma casa tradicional. As telhas também são feitas de material reciclado.

O diretor-gerente da Affresol, Ian McPherson, diz que o novo material é mais leve e resistente que concreto, é térmico, impermeável, não-inflamável e não apodrece.

A empresa estima que a vida útil das casas seja de cerca de 60 anos, mas diz que os elementos do Thermo Poly Rock podem ser novamente reciclados ao fim deste período.

"Todos os países do mundo têm problemas com lixo e agora temos a oportunidade de transformar este lixo em um recurso de construção de moradias 100% reciclável", diz McPherson.

Agora a empresa aguarda aprovação para construir 19 casas em Merthyr, no País de Gales, como parte de um projeto-piloto.

 Assista o vídeo aqui.

Fonte: BBC/G1

Casas construídas com plástico reciclado



O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.

“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS 

O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).

A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.

A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

Fonte: Yahoo!

Feliz Ano Novo! Por um 2010 mais verde

domingo, 27 de dezembro de 2009 22:53 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários


Nesse Réveillon substitua o tradicional branco por peças ou acessórios verdes (dê preferência a artigos ecológicos e sustentáveis) e espalhe essa ideia! Recicle seus conceitos e aproveite a festa!

Chegou o final do ano e da primeira década do século XXI. Desde que ‘zeramos’ nosso calendário, muitas mudanças políticas, econômicas e culturais aconteceram – nem sempre da maneira mais agradável.

A arquitetura, a decoração, a moda traduziram nossas necessidades primordiais de abrigo, de proteção, de conforto. O design completa o circuito com o preceito de que ser funcional pode ser interessante.

Depois de explorar o planeta em busca das formas mais complexas, das paisagens mais exóticas, das inspirações mais frescas, a humanidade não esgota as possibilidade de alcançar um equilíbrio ideal.

Só que, para habitarmos, vestirmos e, minimalistamente falando, sobreviveremos, é preciso uma manutenção básica das fontes. Desde as madeiras perfumadas que um dia foram vegetação e hoje são um lindo aparador até animais em risco de extinção por suas preciosas peles que viraram casaco, a lista de matérias-primas dessas indústrias é extensa e interfere em questões importantes para todos: a sustentabilidade e a ecologia.

Sustentabilidade é, além de um clichê em discursos eco-friendly,  uma expressão muito falada e pouco praticada. Significa manter um ciclo produtivo que não agrida o meio ambiente (as fontes não-renováveis) e não prejudique a capacidade de uma sociedade manter sua economia ativa de maneira justa (sem exploração de trabalho e desigualdades econômicas). Um desafio e tanto para os tempos atuais.

Ecologia, em grego literal, seria o ‘estudo da casa’. Nossa ecologia contemporânea pode se dar ao luxo de iniciar em nossos próprios lares: reciclagem de resíduos, eficiência energética e consumo consciente. Se estudarmos nossos hábitos, nessa grande casa chamada Terra, teremos um fabuloso relatório de tendências e um espelho de quem realmente somos (e o que desejamos).

Há pouco tempo parecia contraditório falar de moda, design, arquitetura ou decoração somado a essas ‘expressões verdes’. Nossas construções, nossas roupas, os objetos singulares que escolhemos já dizem o contrário. Existem opções. Existem escolhas. A forma como as realizamos é que nos define, comunica um pouco de nosso estilo pessoal.

O Eco Trends & Tips deseja a todos aqueles que acreditam nessa ideia um Feliz Ano Novo! Que em 2010 todos vistam esta camiseta e salvem o  mundo!

 

Top 5: ideias sustentáveis em 2009

       

1. Sacolas retornáveis: se em 2008 elas viraram febre de lançamento por várias marcas, em 2009 se transformaram em hit de brinde. Cada dia é maior a diversidade de tamanhos, modelagens, estampas e preços. A maioria das pessoas ainda usa como bolsa secundária, que já sai cheia de casa. Quem sabe o conceito mude em 2010?

2. Tecidos orgânicos: em uma campanha instituída pela ONU, 2009 foi considerado o ano das fibras naturais. A organização afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor. As marcas responderam à altura, com alguns itens, coleções inteiras ou marcas especializadas, a exemplo da brasileira Eden.

3. Lojas ecológicas: situada na Vila Madalena, em São Paulo, a loja da Farm é conhecida como Harmonia, 57 por causa do endereço. Mas a verdade é que a tal harmonia vai além da localização. O prédio foi construído com sistema de reaproveitamento da água da chuva, todas as paredes têm plantas crescendo nelas, vidros e persianas motorizadas permitem o aproveitamento da luz natural. A C&A segue o mesmo caminho na loja em Porto Alegre.

4. Cargos de controle: empresas têm criado cargos para controle de sustentabilidade. Recentemente, a brasileira Grendene anunciou vaga. Já a norte-americana Levis calculou que a fabricação de cada jeans do tradicional modelo 501 consome quase 2 mil litros de água e que de nada adiantaria diminuir este número apenas na etapa industrial. Resultado: se associou à Ong Better Cotton Initiative, que atua na educação de agricultores do setor algodoeiro, para adotar técnicas com menos impacto ambiental.

5. Campanhas verdes: não basta ser sustentável, é preciso fazer todos saberem que você é, afinal, isso poderá gerar mais vendas. Na Pitti Uomo de verão 2010/11, marca Tie Ups expôs cinto 100% biodegradável em bloco de terra com grama. Já a Adidas lançou a linha "Plant Pack", que tem a natureza como inspiração. Suas peças publicitárias foram alusivas ao tema.

Fonte: UseFashion