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Havaianas lança edição limitada Soul Collection com opções ecológicas


A Havaianas apresenta novos modelos, ampliando a linha Soul Collection lançada recentemente pela marca. A linha Eco apresenta uma proposta ecologicamente correta, com juta natural - planta da região amazônica, onde seu cultivo é a principal atividade econômica para mais de 50 mil famílias ribeirinhas.

Livre de adubos e defensivos agrícolas, a juta se decompõe mais rapidamente do que as fibras convencionas, reduzindo assim seu impacto ao meio ambiente. "Desta forma, Havaianas busca contribuir com duas das maiores riquezas brasileiras: seu povo e sua natureza", define a assessoria da marca.

Fashion e moderno, os calçados além de fibras de juta apresentam solados em borracha natural e resíduos de lona, disponíveis nos três modelos já existentes – Origine (Alpargatas), Urbis low e Urbis mid.

A coleção Eco é limitada e além do mercado europeu, está disponível apenas no Espaço Havaianas (Rua Oscar Freire, 1116, São Paulo-SP | Fone 0xx11 3079.3415).

Mãos da Terra: joias sustentáveis e sofisticadas

                                       
Inspirada no magnetismo das pedras brasileiras, a coleção "É Pedra!", da grife paulista Mãos da Terra, apresenta opções de consumo sustentável, como produtos artesanais, sem deixar de lado a sofisticação. A matéria-prima das peças é colhida por comunidades ribeirinhas do Cerrado e da Amazônia, além das embalagens serem confeccionadas em papel reciclado e fibra de bananeira.

São duas linhas de acessórios: "Clássicos" e "Fashion", compostas por colares curtos e compridos. A primeira apresenta fios simples e cores neutras, como branco preto e alguns tons em verde. Enquanto "Fashion" traz uma vasta cartela de cores, como marrom, amarelo e azul, em construções compostas de diversos fios e pedras de variadas formas.

Fonte: UseFashion

Timberland Earthkeepers: calçados para aventura com pegada eco-friendly


A Timberland acaba de lançar a linha de calçados Earthkeepers (Guardiões da Terra), que simboliza os maiores e melhores esforços da marca em colocar seus valores ambientais em ação.

O DNA da marca está nos produtos voltados a aventuras outdoor, que se relaciona diretamente com seu engajamento em cuidar do meio ambiente.

Todos os calçados da linha Earthkeepers possuem ícones de classificação de acordo com o tipo de material utilizado em sua confecção:

* Green Rubber – os produtos que contém este ícone possuem solados feitos com 42% de borracha de pneu reciclado;
* Leather Working Group – os produtos que contém este ícone utilizam no mínimo 50% de couro proveniente de curtumes auditados por uma auditoria ambiental independente e foram classificados com o índice prata ou ouro.;
* Recycled PET – os produtos que contém este ícone possuem ao menos um componente do calçado feito com no mínimo 50% de PET Reciclado;
* Renewable Content – os produtos que contém este ícone possuem ao menos um componente feito com 10% de materiais renováveis, como a viscose de bambu ou cânhamo.
* Organic Content – os produtos que contém este ícone possuem ao menos um componente feito com no mínimo 50% de material orgânico certificado, como o algodão orgânico.

Uma opção eco-chic para homens que não perdem o charme até nas mais radicais paisagens.

Revira Ideias: uma loja 100% eco-sustentável

              
Recebi um convite do Alexandre Oelsner por e-mail para conhecer a Revira Ideias, uma loja virtual que trabalha apenas com produtos desenvolvidos em material reciclado, reaproveitado, reciclável ou biodegradável. "Nossos parceiros são artesãos e designers nacionais que conseguem provar, com o seu trabalho, como todos os produtos disponíveis aqui no site podem ser excelentes alternativas a outros que causem danos ao mundo", explica no site.

São quatro linhas: Casa, Diversos, Cozinha e Escritório. Os valores variam muito, dependendo da origem e mão-de-obra utilizadas na produção. Há desde opções acessíveis como a tigela de encarte de supermercado reciclado (R$ 15) até uma fruteira chiquérrima de fibra de coco (R$ 495) - ambas na fotos acima.

O produto é embalado em um plástico bolha produzido em material reciclado ou reaproveitado do próprio fornecedor, acondicionado em uma caixa de papelão reciclada, que é recheada de jornal picotado e fechada com uma fita feita de papel Kraft e com adesivo à base d’água ( para poder ser reciclada juntamente com a caixa). Todos os produtos levam uma etiqueta produzida em papel semente informando os cuidados.

Donna Onça: bolsas de bagaço de cana e palha de bananeira

23:04 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Cada dia que passa mais materiais eco-friendly inusitados aparecem no mercado. O intuito é sempre garantir o baixo impacto ambiental e, muitas vezes, o desenvolvimento sócio-econômico.

A grife carioca de acessórios Donna Onça é um exemplo disso. Suas bolsas, carteiras, mochilas, capas de notebooks e nécessaires são feitas a partir de bagaço de cana de açúcar, folha de bananeira, PET e algodão reciclados e lona e couro ecológico. Toda a confecção é feita por cooperativas, como a Associação de Mulheres Empreendedoras de Campos dos Goytacazes (AME).

Para o próximo verão, a inspiração veio do habitat natural das onças, resgatando suas cores e formas. “A floresta abriga uma imensidão cromática apaixonante, além da diversidade de espécies e estruturas. Os pássaros remetem ao colorido. As árvores, com seus tons de cáqui, marrom e verde, contrapõem-se com o vibrante das flores exóticas. Os laços estão sempre presentes. Suas curvas retratam a infinita forma das delicadas borboletas. O coração não poderia faltar. Por meio de estampas e acessórios, ele concretiza todo o amor da Donna Onça pela natureza”, explica Denise Corrêa, sócia e estilista da marca, que batizou a coleção de Pegadas da Natureza.

As peças estão à venda no showroom Angela Bechara que fica na Rua Visconde de Pirajá 550, 1003, Top Center, Ipanema, Rio de Janeiro.

Fonte: Marie Claire

Mercado de moda aposta em conceitos sustentáveis

terça-feira, 27 de julho de 2010 02:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Faz um tempo que a moda verde deixou de ser restrita a tecidos feitos a partir de garrafas PET, algodão orgânico ou fibra de bambu. Novas formas de pensar a fabricação de estampas e jeans são um bom exemplo. O tingimento natural, adotado pela Osklen em sua última coleção, lançada na São Paulo Fashion Week, também.

Na mesma direção, as roupas de banho da marca Movimento reaproveitaram pele de peixe, e as pulseiras da estilista Andrea Marques são feitas com madeira de demolição. Saindo da área de materiais e técnicas utilizadas para conferir quem está trabalhando na máquina de costura, a ideia de pagar um preço justo a toda a cadeia envolvida na produção, poluir menos e cuidar do bem-estar dos trabalhadores se fixa em um mercado que só cresce.

No Brasil, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) estima que o faturamento do setor no ano passado alcançou a marca de US$ 47 bilhões. A conscientização de varejo e consumidores ajuda a firmar o algodão orgânico e o tecido de PET, mesmo sendo conceitos mais banalizados, como referências de menor impacto. Com isso, camisetas de algodão orgânico começam a chegar em grandes lojas de departamento no Brasil a preços mais acessíveis.

A criatividade e a inovação comuns ao brasileiro podem ser grandes aliadas para transformar o mercado da moda, conhecido por seu estímulo ao consumo desenfreado e pelo caráter descartável, em um adepto da sobrevida e da transformação. Dar nova vida a algo que estava próximo do fim sem passar por processos químicos e físicos de reciclagem. É mais ou menos isso que o upcycle, conceito do momento na Europa, prega. Na moda do futuro, o artesanato, a customização e a individualidade no jeito de vestir podem ser grandes saídas.

Menos água nas estampas
Fazer estamparia exige muita água nos métodos tradicionais. Com a técnica da Air Dye, as cores são transferidas para o tecido por meio do calor, o que pode economizar entre sete e 75 galões de água em cada quilo de tecido. Outra tecnologia é a impressão digital, usada pela estilista Isabela Dreux na última edição do Fashion Rio, semana de moda do Rio de Janeiro. Com impressoras que aplicam as estampas direto nos tecidos, o consumo de água é reduzido em até 95%.

A força dos retalhos
Os pedaços de tecido que sobram nas máquinas de costura não vão mais para a lixeira. As roupas masculinas lançadas pelo estilista Alexandre Herchcovitch na São Paulo Fashion Week são de tecido reciclado feito de retalhos de várias indústrias.
Também nesse sentido, a marca masculina Spirito Santo aposta nas bolsas feitas com sobras de jeans. Assim, caminha ao lado da palavra de ordem zdos ingleses focados no comércio justo, o upcycle. O nome estranho nada mais é que transformar, sem processo químico, algo que estava no fim da sua vida útil.

O novo jeans
A movimentação em busca da redução do consumo de água é um dos motivos que levou a marca Denovo a alterar sua produção. Um modelo feito a partir de retalhos de outros jeans e um outro que exige um número menor de lavagens industriais servem como exemplo. Já a Tristar promete um jeans (foto) que não precisa ser lavado depois do uso. Para limpar, é só colocá-lo no congelador por 12 horas dentro de um saco plástico fechado.

De Fortaleza para Londres
Uma parceria entre a Dragão Fashion Brasil, evento de moda de Fortaleza (CE), deve proporcionar intercâmbio de ideias, peças de roupa e ações entre Brasil e Inglaterra. A ideia do coordenador internacional do evento, Mauro Slomp, é unificar a linguagem da ecomoda e reforçar os conceitos de upcycling por aqui. A conexão ocorrerá entre a Estethica, salão de moda ética da semana de Londres, e designers brasileiros, que devem ser recebidos na Inglaterra em fevereiro do ano que vem. Na edição da Dragão Fashion de abril de 2011, criadores da Estethica apresentarão suas ideias em Fortaleza, completando o ciclo de troca verde e ética. O projeto conta com o apoio da jornalista referência em moda, Suzy Menkes, do jornal Herald Tribune.

O preço justo
Conceito amplamente difundido na Europa, o comércio justo é aquele que considera importante todos os envolvidos no processo de fabricação, transporte e venda de uma peça de roupa. Ele vai contra a ideia de produzir onde a mão-de-obra é mais barata, sem considerar os impactos socioambientais. Embora o conceito não seja tão difundido aqui, o apoio de grandes marcas brasileiras a pequenas comunidades tem feito do artesanato um artigo de luxo. Com treinamento específico, artesãs adicionam valor a seus produtos, levando-os até as passarelas. Na última São Paulo Fashion Week, maior semana de moda do país, Ronaldo Fraga, Movimento e Iódice aproximaram-se de comunidades, dando o pontapé inicial para o comércio justo.

Fonte: Donna/ZH

Bio-couture: roupa sem tecido

sábado, 17 de julho de 2010 01:11 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
 
Consegue imaginar uma roupa sem tecido? Pois a pesquisadora britânica Suzanne Lee da badalada School of Fashion & Textiles no Central Saint Martin, em Londres, conseguiu essa proeza.

A receita parecia mais um preparado de Halloween: banheiras, fermento, uma pitada de bactérias e bastante chá verde adocicado para “crescer” o tecido. Desse caldo saiu o Bio-Couture, projeto que Lee chefia, conduz experiências para criar tecidos usando micróbios fermentam no café.

A partir desta sopa microbiana, as fibras começam a brotar e se propagar, o que resultou em folhas finas, que quando molhadas com essa celulose bacteriana podem ser moldadas em forma de vestido. Conforme as folhas secam, as bordas sobrepostas tornam-se emendas fundidas. Quando toda a umidade evapora, as fibras desenvolvem uma superfície uniforme, como o papiro, que podem ser branqueadas ou coradas com corantes de frutas e vegetais, tais como açafrão, índigo e beterraba.

A blusa de gola plissada (na foto acima) é a mais recente criação da coleção maluca de biofilmes de vestir de Lee, que pode rapidamente ser compostados quando eles se desgastam. Está actualmente em exposição no London’s Science Museum, onde faz parte de uma nova exposição, "Trash Fashion: Designing Out Waste". Confira mais imagens aqui.

Fonte: Ecouterre

EcoChoice: online store ecológica

quinta-feira, 15 de julho de 2010 22:49 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Gostou da gola solta da foto? É 100% algodão orgânico. Toda matéria-prima utilizada neste produto é de origem orgânica, livre de pesticidas e componentes tóxicos.

O tingimento é feito com extratos vegetais e pigmentos naturais (em quatro opções de cores trendy).

Para quem adora uma novidade no guarda-roupa e não encontra opções ecológicas, a EcoChoice é uma alternativa.

A multimarcas (das etiquetas Maria Buzina, Tuitá, Econtexto, Raiz da Terra e JoyFul) trabalha com roupas, acessórios, biojóias, artigos para decoração e presentes para homens e mulheres em sua online store. Todas as peças trazem especificações de materiais e processos de produção.

Rio-à-Porter: Café e bagaço de cana viram acessórios fashion

terça-feira, 1 de junho de 2010 21:41 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
   

Pó de café, bagaço de cana, garrafas Pet, fibra de bananeira, cápsulas de café Nespresso usadas. Todos esses produtos têm um fim certo na casa de muita gente: o lixo. Pois para alguns designers que estão no Rio-à-Porter, feira de negócios que acontece junto com o Fashion Rio, transformam esses materiais em objetos de design, como colares e bolsas.

A marca Zóia, do Rio de Janeiro, especializada em produzir acessórios de cerâmica plástica, também inova em materiais. Tem colar que leva um revestimento de lâmina de PET, usadas geralmente para revestir móveis. As peças são de lâmina de bambu e um dos lados recebe o produto feito a partir desse tipo de plástico das garrafas.

A proprietária Alessandra Wagner diz que também estão dando um uso ao pó de café utilizado na fábrica. "Depois de usado, no lugar de ir para o lixo, passa por um processo de compactação, recebendo outros componentes para ficar duro", disse. O produto tem 90% de pó reciclável e exala o cheiro do café. A empresa também criou um colar com 21 cápsulas de Nespresso, como protótipo. "A aceitação foi grande e pelo menos 50% dos pedidos incluíram a peça." As sobras das cerâmicas plásticas também são reutilizadas para a confecção de acessórios. A média de preço ao consumidor dos produtos da empresa é de R$ 100.

A designer Denise Corrêa, dona da grife Donna Onça, que existe há dois anos, trabalha com bagaço de cana, lona e tecido de Pet, além de fibra de bananeira para criar bolsas e carteiras. "Uma carteira demora em média uma semana para fazer, a partir da prensagem do bagaço", afirmou.

Denise mantém parceria com a AME (Associação de Mulheres Empreendedoras de Campos de Goyatacazes), integrantes do ProArte, grupo de produção artesanal da cidade fluminense. As mulheres produzem ainda carteiras a partir de filtro de café usado e bijuterias também com o bagaço de cana.

Fonte: Terra

Eco-Boudoir: lingerie de luxo com consciência

sexta-feira, 21 de maio de 2010 20:24 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
"A lingerie é como uma segunda pele e por isso é importante que os materiais sejan saudáveis" . São palavras de Jenny White a designer gráfica inglesa por tras de Eco boudoir, uma marca de lingerie sustentável. Seda, bambu, pigmentos naturais e design impecável garantem o êxito desta marca ética , confira aqui!

Além de vender, a proposta de Jenny é educar, por isso na web more than pretty knickers podemos descobrir que tipo de calcinha é "boa" ou "má", aprender quais são os materiais ecofriendly e ver um vídeo de conscientização sobre a importância de usar roupa ecológica .

A campanha com o lema “Se não sabe o que tem suas calçinhas, por que você as usa?”,entre outras coisas avisa:
•São produzidos 18kg de CO2 para a fabricação de uma calçinha
•2000 milhões de dólares anuais são gastos em pesticidas para o cultivo do algodão
•Gastamos 20 000 litros de água para conseguir 1kg de algodão.
Assista o vídeo completo abaixo!






 

Ecologio: no ritmo da natureza

segunda-feira, 3 de maio de 2010 21:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
                             

"Estava segurando uma semente de dendê na mão, assistindo televisão, quando o relógio de parede de meu pai soou às duas da manhã. Olhei para o relógio, olhei para a semente, e então pensei: com essa semente, posso fazer um relógio de pulso". Depois da ideia, foram três anos e meio de pesquisa de Claudio Nascimento até finalizar o Ecologio, um relógio ecológico feito com matéria-prima encontrada na flora de Ilhéus (BA).

Entre as sementes e fibras que compõe as peças estão a piaçava, peroba e coco da Bahia, além de jacarandá reaproveitado de móveis antigos. "Nossa forma de coleta, manuseio e produção se fundamenta em anos de pesquisa e obdece sempre ao objetivo mais alto: a harmonia com a Mãe Natureza para que possamos usufruir dela e, em troca, oferecer nosso conhecimento para que ela também se perpetue", explica Claudio. Completam as criações pedras nacionais certificadas (diamantes, esmeraldas e ametistas).

Os acessórios destacam-se pelo design contemporâneo e a estética natural, lembrando que cada produto é único pela característica artesanal do processo de produção. Uma forma elegante de saber as horas e compartilhar do espírito do tempo no ritmo da natureza.

Confira mais fotos dos relógios aqui. Assista uma matéria da BA TV abaixo.








Ecologio: www.ecologio.com.br

Moda ecologicamente chique destaca sustentabilidade e estilo

   

Modelos em roupas de fibra de alpaca, bambu e algodão e seda orgânicos desfilaram por uma passarela "eco-chique" para apoiar um chamado da ONU pelo uso sustentável dos recursos naturais. 

Quase 50 estilistas de alta-costura e prêt-à-porter de 40 países expuseram suas criações no desfile da noite de quinta-feira que inaugurou o Ano Internacional da Biodiversidade, no meio da temporada de moda outono/inverno que está em curso em Milão, Paris, Londres e Nova York.

"Escolhemos entre os melhores do mundo, o melhor do design de moda, o melhor da ética e o melhor das práticas sustentáveis", disse ao público em Genebra a organizadora Christina Dean, da entidade beneficente Green2greener, de Hong Kong.

O estilista dinamarquês Peter Ingwersen, cuja grife "Noir" usa tecidos de algodão orgânico de Uganda, disse que os consumidores se preocupam cada vez mais com o impacto ambiental e social de suas compras no varejo.

"Dez anos atrás, bastava comprar a bolsa da moda mais recente. Hoje em dia, não basta isso - você também quer saber como a bolsa foi produzida", disse. "Essa é a maior mudança vista em nosso setor desde que as bainhas desceram para baixo dos joelhos."

Seu vestido preto 100 por cento orgânico, feito de algodão cultivado sem pesticidas, disputou espaço com itens doados por estilistas famosos como o tailandês Thakoon Panichgul, a nova-iorquina Diane Von Furstenberg e o indiano Manish Arora.

O desfile também teve um vestido curto preto e branco de seda da Edun, a nova empresa de moda ecológica e ética fundada pelo cantor e militante irlandês Bono, e um longo de seda e cânhamo com flores cor-de-rosa do brasileiro Alexandre Herchcovitch.

O QUE VESTIR?

Os consumidores vêm se conscientizando cada vez mais com relação às mudanças climáticas, a perda de biodiversidade e as más condições de trabalho no setor têxtil, especialmente na Ásia.

Alguns processos convencionais como a limpeza de lã, o curtimento e descoramento de couros e o tingimento e estampamento de tecidos consomem grandes quantidades de água, energia ou substâncias químicas tóxicas, além de emitir efluentes.

Lucas Assunção, da Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), disse que a indústria da moda vem respondendo à demanda por moda ecologicamente sustentável e fibras naturais que sejam belas.

Hoje a moda ecológica atrai entre 150 milhões e 200 milhões de dólares em vendas por ano, "uma parcela cada vez mais importante do mercado", disse ele em briefing à imprensa.

A estilista britânica Sarah Ratty, da Ciel, usa tecidos feitos de fibras naturais ou produzidos de maneira ambientalmente correta, muitos dos quais ainda não chegaram ao conhecimento da maioria dos consumidores.

"Quando pensam em moda verde, muitas pessoas pensam apenas em algodão orgânico. Mas há muitas outras fibras que podemos usar, como sedas de cânhamo, um tecido muito verde que devolve nitrogênio ao solo", disse Sarah.

O estilista cameronês de alta-costura ecológica Anggy Haif trabalha há dez anos com fibras naturais que incluem ráfia, casca de árvores e sementes colhidas na floresta.

"Comecei porque vi que, em meu país, os têxteis modernos tinham tomado o lugar dos tradicionais, que estavam desaparecendo. A ideia foi revigorar o artesanato tradicional local", contou. "Hoje o mercado está ótimo em meu país e está se espalhando na África."

Mas o estilista dinamarquês Ingwersen disse que a moda verde pode perder força se os consumidores não encontrarem roupas que tiverem vontade de vestir.

"Se não inspirarmos outros estilistas, o usuário final e a mídia da moda, esta tendência vai morrer dentro de dois ou três anos e não terá passado de um modismo passageiro", disse.

Fonte: Yahoo!/Reuters

Valdemar Iódice leva sustentabilidade às passarelas na SPFW

Valdemar Iódice vai mostrar nas passarelas do SPFW um pouco de suas pesquisas de materiais sustentáveis feitas em visitas à região Amazônica.

Jarina, um tipo de marfim natural, couro de jacaré e pirarucu, estampas de pássaros e plantas da região estão nas roupas da coleção batizada de Amazonas.

O estilista tem apoiado o trabalho de centros de desenvolvimento sustentável na região e vai levar os materiais também para Nova York, onde apresenta coleções há cinco temporadas.

Depois do desfile na semana de moda paulistana, que acontece no dia 19 no shopping Iguatemi, Valdemar lança coleção inverno 2010 na cidade americana no dia 10 de fevereiro, véspera da Mercedes-Benz Fashion Week.

Fonte: Terra

Top 5: ideias sustentáveis em 2009

       

1. Sacolas retornáveis: se em 2008 elas viraram febre de lançamento por várias marcas, em 2009 se transformaram em hit de brinde. Cada dia é maior a diversidade de tamanhos, modelagens, estampas e preços. A maioria das pessoas ainda usa como bolsa secundária, que já sai cheia de casa. Quem sabe o conceito mude em 2010?

2. Tecidos orgânicos: em uma campanha instituída pela ONU, 2009 foi considerado o ano das fibras naturais. A organização afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor. As marcas responderam à altura, com alguns itens, coleções inteiras ou marcas especializadas, a exemplo da brasileira Eden.

3. Lojas ecológicas: situada na Vila Madalena, em São Paulo, a loja da Farm é conhecida como Harmonia, 57 por causa do endereço. Mas a verdade é que a tal harmonia vai além da localização. O prédio foi construído com sistema de reaproveitamento da água da chuva, todas as paredes têm plantas crescendo nelas, vidros e persianas motorizadas permitem o aproveitamento da luz natural. A C&A segue o mesmo caminho na loja em Porto Alegre.

4. Cargos de controle: empresas têm criado cargos para controle de sustentabilidade. Recentemente, a brasileira Grendene anunciou vaga. Já a norte-americana Levis calculou que a fabricação de cada jeans do tradicional modelo 501 consome quase 2 mil litros de água e que de nada adiantaria diminuir este número apenas na etapa industrial. Resultado: se associou à Ong Better Cotton Initiative, que atua na educação de agricultores do setor algodoeiro, para adotar técnicas com menos impacto ambiental.

5. Campanhas verdes: não basta ser sustentável, é preciso fazer todos saberem que você é, afinal, isso poderá gerar mais vendas. Na Pitti Uomo de verão 2010/11, marca Tie Ups expôs cinto 100% biodegradável em bloco de terra com grama. Já a Adidas lançou a linha "Plant Pack", que tem a natureza como inspiração. Suas peças publicitárias foram alusivas ao tema.

Fonte: UseFashion

Chicleteria: Fibras orgânicas e lavagens naturais no verão


A moda ecologicamente correta não se restringe ao guarda-roupa masculino ou feminino, mas já alcançou os pequenos. Há 30 anos no mercado produzindo moda para crianças de zero a 14 anos, a Chicletaria lançou sua coleção primavera-verão  confeccionada em fibras orgânicas e com lavagens naturais.

“A moda ‘eco friendly’, tanto em algodão orgânico como em malha ecológica feita de fibra de bambu, está relacionada a um sistema produtivo livre de modificações genéticas e de aplicação de pesticidas sintéticos ou químicos. O resultado é o mais natural possível, inclusive na lavagem”, diz Ana Maria de Souza Queiroz, sócia-fundadora da empresa. 

De acordo com a executiva, que também assina as criações, a tendência do “ecologicamente correto” vem se consolidando na indústria da moda, seguindo outros setores. “Embora a limitação das quantidades e o uso de colorantes de baixo impacto à natureza acabem por encarecer um pouco o produto final, os ganhos em termos de conforto e maciez desses tecidos são inquestionáveis”.

A nova coleção tem duas fortes inspirações. A primeira é um retorno aos anos 80, marcados pelo bom humor das estampas e cores vibrantes, explorando mensagens lúdicas em verde-limão, laranja forte, amarelo-ovo, pink e turquesa. O “Ano da França no Brasil” é a outra grande inspiração, trazendo peças em estilo náutico chique, numa combinação de branco, vermelho e marinho, tanto nas roupas como nos detalhes.

 



Fonte: Textilia

Lingerie ecológica: Un.I e Valisère apostam na ideia


Roupas ecológicas já são uma realidade no mercado de moda. Mas o mercado de lingeries demorou um pouco mais a compartilhar dessa ideia. Chamou atenção em algumas publicações voltadas ao público feminino duas campanhas balizadas na causa com atrizes globais de garota-propaganda.

A primeira, da tradicional Valisère, traz Fernanda Lima (em ótima forma após ser mamãe de gêmeos) vestindo conjuntos delicados com apelo sexy. A marca desenvolveu junto à Rosset  o sistema Eco Dry ™ para o tingimento de tecidos sintéticos com praticamente eliminação do consumo de água deste processo.

"Estamos celebrando uma nova fase na Valisère, uma fase de esperança, consciência e responsabilidade. Uma fase em que buscamos despertar os valores, informar e propagar um movimento de conscientização da vida no planeta. Não somos os primeiros nem seremos os últimos, mas queremos sedimentar, com muito orgulho, nossa colaboração com o bem estar do planeta e, conseqüentemente, o nosso", explicam no site.

Alinne Moraes segue a linha sensual (fotografada por Gui Paganini) na apresentação das três coleções da marca sul-matogrossense un.i: bamboo (seu tecido é composto de fibras de bambu, uma matéria-prima autossustentável e antibactericida que ainda regula a temperatura do corpo e garante às peças maciez e beleza), eco organic (composta por 95% algodão e 5% elastano) e 100% algodão organic (todas as peças dessa linha são feitas com tecido composto 100% de algodão orgânico).

Além das coleções, a grife criou o site promocional Mulheres Salvando o Planeta, onde todas podem postar sugestões e concorrer a prêmios.

Singtex: roupas feitas com pó de café

domingo, 9 de agosto de 2009 19:56 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

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O pó de café que é deixado de lado após a produção da bebida é transformado em roupas esportivas pela empresa taiwanesa Singtex Industrial Company.

O processo de produção, pensado há quatro anos pelo diretor geral do grupo Jason Chen e três cientistas, é similar ao utilizado em bambus transformados em tecidos. A linha orgânica vendida pela marca S.Café conta com peças leves e frescas, de rápida secagem, com proteção a raios UV e controle de odor.

O rendimento da matéria-prima é de uma xícara de pó de café para duas camisetas. A Singtex recebe, por mês e gratuitamente, entre 300kg e 400kg do pó utilizado pela cadeia Starbucks.

Além das peças feitas com café, a empresa também produz roupas criadas a partir de cocos e garrafas pet.

 

Fonte: Estilo UOL

Fibras naturais e ecológicas estão sendo mais procuradas por consumidores

sexta-feira, 26 de junho de 2009 14:26 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
algodao

Em uma campanha instituída pela ONU, 2009 é o ano das fibras naturais. De acordo com as fabricantes de malhas em algodão, a iniciativa reflete a preferência atual dos consumidores. Para a diretora de desenvolvimento da Sultextil, de Caxias do Sul (RS), Paola Reginatto Vist, há um desejo mundial por esse tipo de tecido.

“Essa informação tem base em duas fontes principais: a manifestação dos nossos clientes confeccionistas ao relatar o mercado varejista atual, e às pesquisas de mercado, especialmente nos países europeus”, garante.

Para o grupo Rosset Têxtil, outro fator muito importante para explicar a grande procura é a preocupação do consumidor final em utilizar tecidos ecológicos. “Há um comprometimento do comprador, que olha com atenção os fios que têm origem natural”, explica Ângelo Frigério, coordenador de produto da empresa.

Esse também é um dos argumentos da própria ONU, quando afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor.

A busca é refletida na produção: a Sultextil projeta um crescimento de 35% nas vendas dessa linha de produtos, em comparação com outras linhas próprias no mercado. Já a Rosset percebe uma maior procura pelos algodões finos, que imitam os tecidos de fios tintos das camisarias masculinas, e investe nesse segmento, além de outros com fios também naturais.

Fonte: UseFashion

Green with Glamour™: elegância verde para moda e decoração

quarta-feira, 9 de maio de 2007 21:02 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
img_about_us.jpg"Seja verde. Mantenha o estilo". O slogan da marca diz tudo em poucas palavras. As roupas refinadas ganham tecidos naturais e ecológicos. Os ambientes agregam peças de bom gosto sem agredir o meio ambiente.

Amigas de longa data, Kathleen Rowan e Deana Bracken criaram o conceito Green with Glamour™, que nomeia a loja virtual.

Ávidas por compras, a dupla viu na internet uma alternativa verde de disponibilizar produtos para consumidores eco-chics.

O site tem cara de editorial de moda. Propostas de decoração e moda são apresentadas em composições equilibradas, com opções de clicar sobre a peça de interesse para mais informações.

No GWG Diary elas compartilham um pouco do cotiadiano eco-fashionista.

Green with Glamour™: www.greenwithglamour.com

Divinas: design comercial com fibras naturais

domingo, 6 de maio de 2007 22:07 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
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"Arte, criação e design a partir de fibras naturais são a origem e a inspiração do trabalho apresentado pela Divinas, empresa brasileira que revela um pouco da cultura de seu país. Fibras e outros materiais reciclados, recursos naturais transformados e revisitados para criar produtos que respeitam os princípios de desenvolvimento sustentável".

A empresa foi concebida por uma dupla criativa e eco-consciente: um arquiteto e uma artista plástica afinados que produzem artigos para decoração e moda, tendo como base a fibra de bananeira. Almofadas, pufes, tapetes, cachepots, bolsas e sandálias super bacanas compõe a cartela de produtos.

A Divinas, que trabalha também com embalagens e brindes, já conquistou clientes como Natura, Vivo,  Club Med e até a Rainha Ranya, da Jordânia.

Divinas: www.divinas.art.br