Mostrando postagens com marcador Consumo Consciente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consumo Consciente. Mostrar todas as postagens

Brasil pode oferecer luxo sustentável, diz Oskar Metsavaht

O estilista e fundador da marca Osklen, Oskar Metsavaht, encerrou o ciclo de palestras do Fórum Mundial de Manaus dizendo que o Brasil tem a oportunidade de se colocar como um país que oferece o novo luxo - diferente do americano e do europeu - que é o luxo sustentável.

"Temos oportunidade de ter produto com life style brasileiro, design original e sustentável, e com qualidade internacional", disse Metsavaht. "Hoje se buscam valores sustentáveis, é uma tendência irreversível".

Metsavaht disse ainda que o Brasil tem força para que seu crescimento não seja mais baseado na exportação de commodities, "que não levam valor agregado algum".

"Temos que mudar porque somos criativos. O desafio é saber como transformar nossa criatividade em serviços e produtos. Somos um País que ainda pode se desenvolver com os conceitos de sustentabilidade e tecnologia, aproveitando nossa biodiversidade e visando o desenvolvimento econômico com mais igualdade de renda".

Sobre a conferência Rio+20, Metsavaht afirmou que o Instituto E, de sua tutela, premiará as pessoas que fizeram a diferença em questões sustentáveis nestes últimos 20 anos. O empresário João Dória Jr disse ainda, neste sábado, que o criador da Osklen será nomeado embaixador da Unesco mundialmente.

O evento é promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), do empresário João Doria Jr, em parceria com a XYZ Live, empresa que atua em diversas áreas, como conhecimento e cultura. O fórum é realizado no hotel Tropical, em Manaus.

Fonte: FashionMag

Osklen se manifesta pela Agenda 21 na SPFW


Oskar Metsavaht propõe com sua coleção de inverno 2012 uma reflexão sobre a Agenda 21. Para refrescar a memória, essa agenda foi o documento que - na Eco 92 - estabeleceu a importância de cada país em se comprometer a refletir sobre como poderiam cooperar no estudo de soluções para as questões socioambientais do mundo. Vinte anos se passaram, pouco se fez, e Oskar decreta que nós somos os guardiões do planeta, depende de nós essa transição entre a morte da nossa terra para um lugar sustentável. Tudo isso e muito mais ele declara em uma carta/convite ao desfile. Para quem conhece o Oskar, sabe que isso tudo vem do fundo do seu coração, que não é um discurso vazio e marqueteiro.



Desta reflexão, surge um manifesto expresso através da coleção, que sob o meu ponto de vista trouxe roupas impregnadas do DNA da marca e com um apelo para as situações extremas, como a falta de água no planeta e temperaturas muito oscilantes. Muitas das peças tinham aspecto de abrigo, no sentido de abrigar e trazer conforto. Alguns macacões poderiam virar um saco de dormir, pois são de lã, trazem uma bolsa cantil e mochilas de couro de pirarucu acopladas as costas. Os casacos e blusões em pele sintética e os tricôs gigantes de gorgorão e seda ecológica são lindos de morrer e seguram a onda em temperaturas congelantes. O camuflado geométrico é lindo e dá um toque de recolher ao passo rápido e forte dos modelos na passarela. A estampa de floresta é impressa nos longos e tradicionais vestidos da marca, que desta vez vem em veludo de seda. Tudo isso com uma cartela de suspirar: verde-militar, azul oceano, vermelho urucum, laranja, preto, cinza e dourado.

Fonte: AsPatrícias

Emma Watson mostra prévia de sua linha sustentável para Alberta Ferreti na Vogue



Uma prévia da sessão de fotos da atriz Emma Watson para a linha de comércio justo de Alberta Ferretti foi publicada na edição de março da revista Vogue (clique na imagem para ampliar).

Emma falou o seguinte sobre sua participação: “Estou feliz de incentivar qualquer pessoa interessada em fazer roupas conscientes em matéria prima sustentáveis, tanto que eu vou trabalhar de graça”.

Fonte: The Stylist Site

Cimento "transparente" deixa luz do sol entrar em prédios

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 01:55 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

Uma empresa de arquitetura da Itália desenvolveu um "cimento transparente" que permite que a luz solar penetre nos ambientes, transformando as paredes em janelas gigantes.

O material foi batizado de i.light e tem centenas de orifícios minúsculos que permitem a entrada da luz sem comprometer a integridade da estrutura do edifício. Se observados de perto, é possível ver os pequenos burcacos de 2 ou 3 milímetros, mas quem olha de longe tem a impressão que a parede é transparente.



A tecnologia já foi testada em um edifício, o pavilhão italiano da World Expo em Xangai, no ano passado. Segundo a Italcementi, empresa que desenvolveu o produto, o uso do cimento perfurado pode economizar a mesma quantidade de energia que é economizada durante o horário de verão na Europa.

No pavilhão italiano da World Expo, 40% da parede de 18 metros de altura foi composta pelo "cimento transparente". O produto já foi patenteado pela empresa italiana, que afirma não ter planos de exportar a inovação para outras partes do mundo a curto prazo.

Fonte: Galileu

NK Cosméticos: cuidado inteligente para as unhas com produtos sustentáveis e ecológicos



Há quem literalmente não abra mão de ter suas unhas bem cuidadas. Eu adoro! Para resolver três quesitos importantíssimos - higiene, saúde e praticidade - em uma só solução, a NK Cosméticos criou kits descartáveis (manicure, pedicure e manicure/pedicure) que podem ser levados ao salão ou usados em casa mesmo. São compostos por luvas, meias, palitos e lixas. 

Há 13 anos no mercado, a NK possui em seu portfólio linhas especiais de tratamento para mãos e pés (atendendo a públicos diversos, como masculino e teen). A NK Unhas Inteligentes é uma linha de produtos com apelos naturais e com alta concentração de ativos que permite priorizar a qualidade. 

"Para a nossa empresa cuidar da beleza significa cuidar do meio ambiente, das pessoas e cuidar do futuro. A NK Cosméticos está comprometida com iniciativas verdes e projetos de recuperação ambiental. Todo esse cuidado começa de dentro para fora. Isso se reflete no cuidado e na escolha de nossos parceiros e de nossos insumos. Priorizamos o uso de matérias-primas de fonte renovável e ativos com certificações de origem, em busca da redução do impacto ambiental. Nosso objetivo é unir a inovação ao uso sustentável da biodiversidade brasileira. Traduzimos esse conceito com o desenvolvimento de novos produtos utilizando insumos vegetais focando em espécies nativas", explicam.

O bacana é que os tratamentos dispensam o uso de água (recurso de fonte não renovável). Além da promoção do consumo consciente e contra o desperdício, a marca tem parceria com a Campanha Y Ikatu Xingu (que ficou famosa com a übermodel Gisele Bündchen como garota-propaganda mundial) e reverte parte das vendas dos produtos descartáveis no plantio de mudas para o reflorestamento na região das cabeceiras do Rio Xingu, símbolo da diversidade brasileira que sofre ameaças devido ao desmatamento.

A NK também possui o selo Ecocert, uma certificação que permite maior garantia sobre a conformidade dos insumos com os regulamentos da agricultura orgânica nacional e internacional. Confira abaixo o video demonstrativo. 


Lena Santana: um pedaço de tecido e mil ideias

domingo, 28 de novembro de 2010 01:30 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
A ideia de sustentabilidade, reciclagem e reaproveitamento de materiais ganha cada vez mais espaço no mundo da moda. É nessa onda que a estilista baiana Lena Santana, 41, está no Brasil para lançar a versão em português do livro "Um Pedaço de Tecido" (A Piece of Fabric), lançado no começo do ano na Inglaterra e em outros países. Lena usa apenas materiais sustentáveis, como algodão orgânico, ou tecidos antigos, mesmo que centenários, em suas criações.

À venda no País desde outubro, a estilista promove a publicação no Rio de Janeiro, na loja da também estilista Luiza Marcier chamada À Colecionadora - um dos pontos de venda de suas roupas no Brasil; em Belo Horizonte e também em São Paulo, onde ministra um curso de moulage na Escola São Paulo, no dia 8 de dezembro.

O livro ensina a fazer 15 peças de roupas e acessórios de maneira simples, a partir de um corte de tecido como sugere o título, e a tarefa é compatível até mesmo com as habilidades de quem não estudou costura ou moda. Lena desenvolveu o projeto a pedido da editora Paperback, que lançou o título na Inglaterra, e faz parte de uma série de oito livros com foco no reaproveitamento e contra o desperdício de materiais. Entre eles estão One Ball of Wool (Um novelo de lã), One Piece of Paper (Um pedaço de papel), One Block of Wood (Um bloco de madeira). Apenas este último e o de Lena já foram publicados.

De origem humilde, Lena nasceu em Salvador e aprendeu a costurar com a mãe, que fazia as roupas dos filhos por necessidades econômicas. Aos 19 anos, foi tentar a vida no Rio de Janeiro e trabalhou em vários lugares até ser convidada por um amigo para se mudar para Londres. Lena viajou para a capital inglesa em 2003 e estudou na Surrey Institute of Art and Design.

De volta ao Brasil, ela abriu um misto de loja e centro cultural com outros estilistas, como a própria Luiza Marcier, O Estúdio, entre outros. Após um ano, em 2005, decidiu voltar para a Inglaterra e há dois anos integra um projeto de apoio a novos talentos, chamado de Cockpit Arts. A ONG cede ateliês e apoia o desenvolvimento das marcas que, em cinco anos, precisam estar consolidadas no mercado.

Nesse desafio Lena está garantida, pois já mantém pontos de venda no Brasil, Londres, Budapeste (Hungria), Paris (França) e recentemente fechou o primeiro contrato com representante no Japão, que comprou logo de cara 150 peças de sua última coleção, batizada de Flowering.

Confira uma entrevista com a estilista e mais detalhes aqui.

Fonte: Terra

Green Thing: linha de camisetas reutilizadas para incentivar pessoas a serem mais "verdes"


A ONG britânica Green Thing lançou uma linha de produtos diferenciados como parte de seu projeto de criar ações que incentivem as pessoas a serem mais "verdes".

Em prol da sustentabilidade, recolhe peças de roupas de doações e as recicla, criando um novo produto cheio de personalidade.

Em cada peça, que é vendida por 20 libras esterlinas (aproximadamente R$ 54), a palavra “Saved” (“salva” ou “economizada”) é costurada, e a etiqueta das camisetas mostra o nome de quem doou a roupa e de quem fez a lavagem e costura do “Saved”.

O lucro obtido com as vendas é todo direcionado para os projetos da ONG. Os clientes recebem a sua camiseta em uma embalagem reutilizável e com uma etiqueta de devolução gratuita, como forma de continuar o ciclo de reciclagem das camisetas.

Confiram o vídeo super bacana abaixo:



Levi's lança linha de jeans com etiqueta de menor consumo de água

O uso de materiais recicláveis e fibras renováveis já está presente no mercado em diversas marcas, incluindo as de jeans. 

Mas o gasto de água para produção de uma calça jeans é um dos principais desafios da indústria. Por isso, a Levi's prepara o lançamento de uma linha que gasta menos do recurso natural na fabricação do produto.

A linha chega ao mercado em janeiro e virá com um símbolo indicando que em vez dos 42 litros necessários para se fazer um par, o item foi feito com percentual menor de água, variando entre 28% e 96%, dependendo da lavagem e acabamento.

A empresa divulgou que 20% da produção que atende os mercados da América do Norte e do Sul, incluindo o Brasil, será feita sob o novo processo.

Para o consumidor, não haverá mudanças nos produtos. Modelos tradicionais, como a 501, chegam às prateleiras com cores, tons e detalhes diferenciados. 

Segundo a Levi's, a alteração que permitiu a economia de água foi feita no processo de fabricação, incluindo a união de diversos ciclos em um e a troca da água pelo ozônio na hora de deixar o jeans mais estonado (desgastado).

A Levi's também divulgou que não haverá alteração nos preços dos produtos por conta do novo processo.

Fonte: Terra

Emma Watson defende moda eco e ética

sexta-feira, 20 de agosto de 2010 23:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
O mundo da moda exerce um grande poder e tem o potencial de degradar o ambiente. Mas também tem o potencial de poupá-lo. Além disso, não são poucas fábricas que se aproveitam de mão de obra praticamente escrava.

Muitos estilistas e celebridades estão se dando conta disso, e alguns tantos compraram essa ideia. Um ótimo exemplo é a atriz britânica Emma Watson, a eterna bruxinha Hermione dos filmes do Harry Potter.

Aos 20 anos, ela apóia uma marca chamada People Tree, que desenvolve roupas baseadas no Fair Trade e que são feitas com menos impacto ao meio ambiente. A People Tree usa mão de obra de cooperativas de países menos desenvolvidos (e as remunera bem), com algodão orgânico certificado, corantes naturais, materiais reciclados etc.

Atualmente, a Emma Watson é um ícone fashion na Grã-bretanha. Assim, ela decidiu usar sua influência junto aos adolescentes e jovens que a viram crescer nos filmes do bruxinho e que cresceram com ela para estimulá-los a consumir uma moda com responsabilidade socioambiental, em vez das roupas feitas em massa.

A atitude da atriz é admirável, porque ecofashion é mais procurada por pessoas com mais, digamos, experiência de vida. Conscientizar quem está aprendendo a consumir terá um efeito benéfico imenso.

A próxima coleção será lançada em um festival de 12 dias organizado pelo príncipe Charles (outro entusiasta do ambiente) em sua residência londrina, Clarence House.

Fonte: BlogAr Puro

Shopping Diet: como praticar a sustentabilidade e economizar no guarda-roupa

quarta-feira, 28 de julho de 2010 02:54 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Imagine aquela horrível e familiar sensação: você está diante de um armário totalmente recheado e acha que não tem nada para vestir. Agora, imagine algo pior: seu armário contém apenas seis itens, e você está restrito a usar apenas esses seis itens por um mês inteiro. Agora, se você pode suportar isso, imagine algo indescritível: ninguém percebe.

Quase um mês após iniciar esse desafio auto-infligido, Stella Brennan, 31, executiva de vendas de seguros de Kenosha, Wisconsin (EUA), seu marido Kelly, um mecânico, ainda não tinha descoberto que ela estava usando os mesmos seis itens desde 21 de junho. A parte triste dessa historinha é que o Sr. Brennan é o responsável pela lavanderia. Durante a sua experiência - chamada 'dieta de compras' - que terminou dia 21 de julho, a Sra. Brennan selecionou as seguintes peças: um blazer e calças pretas da H & M, duas camisas (uma preta e uma rosa), um par de jeans Old Navy e uma t-shirt rosa super batida.

Escolher esses itens foi complicado: ela tem dois filhos, um golden retriever e três gatos, e estava começando um novo trabalho mês passado, com um trajeto de uma hora. Ela disse que precisava de seis itens à prova de pelo de cachorro, crianças, comida e amassados. "Eu preciso desses itens para ser profissional, mas também para jogar futebol com meu filho e ir a festas", justifica. Sua revelação após ao final de 31 dias - depois de seu marido não perceber, mesmo quando ela usava pijama de estampa floral para fazer jardinagem: "Obviamente, eu não precisar de todas essas roupas".

Este exercício de auto-controle foi motivado por um desafio chamado Six Items or Less . A premissa é passar um mês inteiro usando apenas seis itens - ou menos - que já estejam no seu armário (não contando sapatos, lingerie ou acessórios). Cerca de 100 pessoas em todo Estados Unidos, e em lugares distantes como Dubai e Bangalore, na Índia, também se engajaram de participar, como uma forma de cortar gastos, demonstrar preocupação com a produção em massa e o transporte global de vestuário (que deixa as roupas mais baratas e agride o meio ambiente).

Enquanto isso, o Great American Apparel Diet, um programa ainda mais rigoroso que começou dia 01 de setembro de 2009, trouxe a proposta de mais de 150 mulheres e dois homens praticarem a abstinência de compras por um ano inteiro. (Novamente, underwear não conta.) Em agosto, a Galeria Books irá publicar um guia chamado "The Shopping Diet", assinado pelo estilista do red carpet Phillip Bloch. Entre as etapas propostas por Bloch estão: admitir que você é um overshopper (compra mais do que precisa), fazendo compras seguras e responsáveis e tornando a dieta um estilo de vida.

Embora os números pareçam pequenos - e suas dietas extremas, esses economistas da moda são representativos, talvez em uma forma notável, de um amplo reconhecimento dos hábitos dos gastos dos consumidores. Enquanto a economia começa a melhorar, os compradores de todos as classes estão lutando com as mesmas perguntas: é seguro ir para trás a nossa velha forma, pré-recessão? Ou será que devemos? Os autores dessas dietas - incluindo alguns executivos de marketing de moda e publicidade, curiosamente - parecem não pensar.

Sally Bjornsen, fundadora do Great American Apparel Diet, disse que foi alertada para parar de comprar roupas por um motivo simples: "eu estava doente e cansada do consumismo". No verão passado, Bjornsen, 47 anos, estava pensando em quantos anos de crédito fácil levou ao excesso de carros, casas e bens de luxo. Então, olhando em seu próprio armário, ela percebeu que era parte do problema. Por seu trabalho, como representante comercial de fotógrafos em Seattle, e antes que como executiva de marketing em empresas de moda - como Nike e Nordstrom - ela gastou de 5 a 10 mil dólares por ano em roupas. "Eu estava comprando de um modo notório," confessou. "Eu extrapolava motivada pela coisa toda".

Independentemente disso, os 'seis pontos' da experiência foram concebido por dois amigos: Heidi Hackemer, 31 anos, diretor de negócios estratégicos na agência de publicidade de Nova York BBH, e Tamsin Davies, 34 anos, chefe de inovação em Fallon de Londres, depois de uma discussão informal sobre seu desejo de limpar os armários. A ideia foi crescendo e se tornou um desafio criativo, o Six Items or Less.

As regras não são rígidas e rápidas. Se uma pessoa, por exemplo, tiver vários blazers preto parecidos - como a Sra. Brennan, a executiva de Wisconsin, fez - poder contá-los como um item. "Nossa ideia não era inserir uma filosofia por trás da proposta, e não ser enfadonho," explica Hackemer. O desafio foi tão popular que pode ser repetido neste ano.

Fonte: The New York Times

II Concurso de Desenho Talentos Design'10

segunda-feira, 3 de maio de 2010 22:06 by Fernanda Vasconcelos Torres 3 comentários


Foi aberto recentemente um concurso de moda sustentável que está em sua 2ª Edição: o Concurso de Desenho Talentos Design ‘ 10. Ele é voltado para alunos do ensino superior e patrocinado pela Fundação Banco Santander.

Na primeira etapa do concurso, serão selecionados os 50 projetos mais pontuados pelos internautas. A ex-aluna do curso Princípios do Vestir Consciente, Mari Bernardes, enviou projeto chamado “Aquarela” e vai participar da seleção.

Este projeto tem como objetivo transformar o ato do vestir numa prática sustentável e também num meio de despertar nas crianças uma consciência ecológica de maneira divertida e interativa.

As peças foram inspiradas na música “Aquarela” de Toquinho e possuem diferentes funções. A saia amarela pode ser usada como capa e possui bolsos bordados que transformam-se nas páginas de um livro. Destas páginas podem desprender-se broches, permitindo que a criança interaja com a história. Estes broches são preenchidos com sementes e podem ser utilizados para formar os 5 componentes do jogo de baliza. Quando a roupa não mais for utilizada ela poderá formar um vaso no qual serão plantadas as sementes.



• Materiais / Técnica aplicada

Neste projeto foram utilizados tecidos 100% algodão orgânico, cedidos pela empresa Coexis. Também foram utilizados botões de coco, colchetes metálicos, elásticos, conta de lágrima, linhas 100% algodão e sementes. Todos os tecidos e a grande maioria das linhas foram tingidos com corantes naturais oriundos de extratos vegetais e frutas. Foram realizados bordados manuais sobre os tecidos.

• Significado e relação com a sustentabilidade

Neste projeto são utilizados majoritariamente materiais biodegradáveis, renováveis e menos tóxicos ao meio ambiente e aos humanos. A modelagem permite que a roupa adapte-se ao crescimento da criança prolongando seu ciclo de vida.

O processo de confecção é artesanal e reduz o gasto de energia não humana. Além disso, os bordados manuais contribuem positivamente com os serviços de bordadeiras locais, o que gera ativos sociais. Já a multifuncionalidade das peças reduz o consumo de outros produtos e todos os gastos relacionados à fabricação e transporte destes.

Os versos da canção estimulam a criança a pensar sobre o mundo que a cerca, todos os seres que nele habitam e como futuramente podem “descolorir” tal como sua roupa. Por isto a importância de práticas responsáveis e sustentáveis tal como o plantio de mudas como forma de descarte.

Para votar basta clicar nos “círculos” que aparecem de baixo da foto. Clicando no quinto círculo você atribuirá a pontuação máxima (5 pontos) e clicando no primeiro atribuirá a pontuação mínima (1 ponto). Você poderá votar em qualquer obra do concurso uma vez por dia, todos os dias, porém o prazo para votação é até 03 de Maio (até as 08:00) apenas. Para saber melhor sobre o projeto basta clicar em “ficha técnica”.

Prêmios

• O VENCEDOR receberá como prémio 5.000 euros (valor bruto).

• Os 5 SEGUNDOS CLASSIFICADOS receberão 2.500 euros (valor bruto) cada.

• EXPOSIÇÃO DAS OBRAS: os 50 projectos mais votados pelos cibernautas serão expostos no segundo semestre de 2010 na Casa de América, em Madrid, Espanha. O júri nomeará entre estes o vencedor e os 5 segundos classificados.

O concurso contou com mais de 4 mil estudantes de diversos países, como Espanha, México, Colômbia, Argentina, Bolívia, Suécia, Itália e Estónia, em sua 1ª edição.

Mais informações no site oficial.

Fonte: Ecotece

H&M: The Garden Collection



H&M se soma a realidade ecofriendly e para receber a primavera lança The Garden Collection, além de muita estampa floral a grande sacada desta coleção é o uso de materiais sustentáveis.


* Algodão e linho orgânico, cultivado sem o uso de produtos químicos perigosos para o meio ambiente.

* Poliéster reciclado é feito com poliéster de garrafas PET ou sobras têxteis.
* Tencel é sedoso, renovável e produzido com um impacto ambiental mínimo.

 


Esta preocupação pelo meio ambiente é mais importante que a coleção, mas se você ficou curiosa para saber como são os modelitos, e principalmente, quanto custam veja o vídeo e visite The Garden Collection. Dia 18 de Março nas lojas.

 

Feliz Ano Novo! Por um 2010 mais verde

domingo, 27 de dezembro de 2009 22:53 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários


Nesse Réveillon substitua o tradicional branco por peças ou acessórios verdes (dê preferência a artigos ecológicos e sustentáveis) e espalhe essa ideia! Recicle seus conceitos e aproveite a festa!

Chegou o final do ano e da primeira década do século XXI. Desde que ‘zeramos’ nosso calendário, muitas mudanças políticas, econômicas e culturais aconteceram – nem sempre da maneira mais agradável.

A arquitetura, a decoração, a moda traduziram nossas necessidades primordiais de abrigo, de proteção, de conforto. O design completa o circuito com o preceito de que ser funcional pode ser interessante.

Depois de explorar o planeta em busca das formas mais complexas, das paisagens mais exóticas, das inspirações mais frescas, a humanidade não esgota as possibilidade de alcançar um equilíbrio ideal.

Só que, para habitarmos, vestirmos e, minimalistamente falando, sobreviveremos, é preciso uma manutenção básica das fontes. Desde as madeiras perfumadas que um dia foram vegetação e hoje são um lindo aparador até animais em risco de extinção por suas preciosas peles que viraram casaco, a lista de matérias-primas dessas indústrias é extensa e interfere em questões importantes para todos: a sustentabilidade e a ecologia.

Sustentabilidade é, além de um clichê em discursos eco-friendly,  uma expressão muito falada e pouco praticada. Significa manter um ciclo produtivo que não agrida o meio ambiente (as fontes não-renováveis) e não prejudique a capacidade de uma sociedade manter sua economia ativa de maneira justa (sem exploração de trabalho e desigualdades econômicas). Um desafio e tanto para os tempos atuais.

Ecologia, em grego literal, seria o ‘estudo da casa’. Nossa ecologia contemporânea pode se dar ao luxo de iniciar em nossos próprios lares: reciclagem de resíduos, eficiência energética e consumo consciente. Se estudarmos nossos hábitos, nessa grande casa chamada Terra, teremos um fabuloso relatório de tendências e um espelho de quem realmente somos (e o que desejamos).

Há pouco tempo parecia contraditório falar de moda, design, arquitetura ou decoração somado a essas ‘expressões verdes’. Nossas construções, nossas roupas, os objetos singulares que escolhemos já dizem o contrário. Existem opções. Existem escolhas. A forma como as realizamos é que nos define, comunica um pouco de nosso estilo pessoal.

O Eco Trends & Tips deseja a todos aqueles que acreditam nessa ideia um Feliz Ano Novo! Que em 2010 todos vistam esta camiseta e salvem o  mundo!

 

Recessional zeitgeist: a moda de não comprar

terça-feira, 23 de junho de 2009 18:55 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

a_moda_de_nao_comprarAbre



"Ser fashionista está por fora. Desde que a economia americana entrou em crise, afetando muitas outras economias do mundo, bacana é ser recessionista. A palavra define as pessoas que praticam consumo consciente, inteligente e de bom gusto – enfim, gente com talento para garimpar achados. Uma recessionista detesta exibir a marca das roupas que usa. Pelo contrário, orgulha-se de suas pechinchas e adora promoções (para fazê-la feliz, convide-a para um bazar de ponta de estoque, a liquidação da liquidação!). Ser recessionista é consumir pouco. Ou, antes de tudo, nem consumir, porque vale muito mais a pena reciclar (ou cuidar bem do que se tem)".

O trecho acima é da matéria "A moda de não comprar" publicada na revista Gloss de Junho, que fala sobre como a crise financeira fez surgir um tipo de consumidora que gasta pouco, tem orgulho de frequentar pontas de estoque e não se incomoda em repetir roupas. "Para as recessionistas, velho é vintage", complementa.

one-dress-1O site TreeHugger fez a pergunta: "What Would the Perfect Dress Look Like If 1,000 Women Created It Together? (Como seria o vestido perfeito se fosse criado por mil mulheres?).  Chamado One Dress (foto ao lado), o projeto do designer novaiorquino Malcolm Harris recebeu apoio de Angelina Jolie.

A ideia de democratizar o shape sem perder a elegância permite uma versatilidade no vestir - e economia no guarda-roupa (principalmente no quesito bolso). Foram 18 meses de pesquisa em redes de relacionamento como Facebook, MySpace e Twitter. Será que a tendência pega por aqui?

Green is sexy: três garotas e um site ecológico

quarta-feira, 9 de maio de 2007 20:24 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


aboutus_trio.jpg


 



 Megan, Rachel e Didi. Poderiam ser personagens de um filme adolescente sobre três amigas. Mas essas meninas optaram dividir suas idéias e dicas sobre produtos e atitudes verdes em um site.

O que começou como conversas sobre o que é possível para reduzir o problemas ambientais, transformou-se em um espaço para compartilhar curiosidades e novidades com amigos - e com todos os interessados no assunto.

"Green is sexy é sobre pequenas mudanças de grande impacto. Por quê sexy? Porque estar informado é sexy. Ser responsável é sexy. Ser ecológico é sexy. Fazer a diferença é sexy. Verde é sexy", definem.

Green is sexy: www.greenissexy.org

Mão Gaúcha: acessórios e decoração eco-sustentáveis com toque regional

sexta-feira, 4 de maio de 2007 21:23 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
mao.jpg 

A história iniciou em 1996, quando a COOPARIGS (Cooperativa de Artesãos do Rio Grande do Sul) buscou capacitação em gestão e comercialização de produtos.

Atualmente, a etiqueta Mão Gaúcha oferece produtos em cerâmica, têxtil, fibras naturais e couro reciclado feitos por artesãos locais. Desde 2002 o trabalho agrega o selo da UNESCO em reconhecimento do projeto social.

Gerdau e Tok&Stok fazem parte da carteira de 150 empresas clientes. " O artesanato, como forma de expressão individual, está impregnado de herança cultural que transcende o tempo e a memória. Aliando criação e manufatura, a marca Mão Gaúcha está focada na produção humana", destaca o site.

Mão Gaúcha: www.maogaucha.com.br

Green Drinks: encontros para beber e trocar idéias verdes

quarta-feira, 2 de maio de 2007 00:11 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
321236394_c14433dd22_m.jpg 

"Todo mês, pessoas que trabalham no campo do meio ambiente se encontram para uma cerveja numa reunião informal conhecida como Green Drinks". A idéia a princípio soa como uma seita secreta de vegans. Mas a proposta é clara: uma network interativa de pessoas que compartilham interesses em comum.

"Nós somos uma mistura de pessoas de ONGs, meio acadêmico, governo e negócios. Entre e você será bem-vindo. Só diga 'você é um verde?' e nós cuidaremos de você e o apresentaremos a todos que estiverem presentes", convida o site.

A história toda começou em 1989, quando Edwin Datschefski estava em um bar chamado Slug and Lettuce, em Northern London, com alguns de seus colegas de design ecológico quando encontrou um conhecido sentado em uma mesa próxima. Seu amigo estava junto de alguns colegas ecologistas, que foram prontamente chamados para dividir a mesa. Assim nascia o movimento. "É uma ótima maneira de se divertir com pessoas que você conhece e também fazer novos contatos. Todos participantes convidam alguém, então o público sempre renova, fazendo do Green Drinks uma rede orgânica e auto-organizada", salienta na página oficial.

Quinze anos mais tarde o conceito foi transformado no Green Drinks e espalhou-se pelo mundo, através do site, criado em 2001. Atualmente, o movimento já conta com 223 cidades adeptas e organiza encontros com mais de 500 pessoas, como o do final do ano passado, em New York.

Green Drinks: www.greendrinks.org