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Irmãs Green: natureza, primitivismo e inspiração em Fritjof Capra


A Teia da Vida é o nome da nova coleção da Irmãs Green, assinada pela estilista Hieda Oviar. A inspiração para a criação das novas peças veio do livro “A teia da vida”, de Fritjof Capra, que pensa sobre novas perspectivas de futuro para as próximas gerações.

A marca se preocupa com a preservação da natureza e com a sustentabilidade, por isso apenas materiais ecologicamente corretos foram utilizados, tais como: fibra de bambu mestampada digitalmente através de tecnologia digital limpa, tecidos reciclados de algodão, fibra PET em poliéster e resíduos têxteis de coleções passadas. A seguir, veja o vídeo da campanha:




Fonte: UseFashion

TNG aposta no jeans 100% reciclado

domingo, 8 de janeiro de 2012 00:22 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Para o inverno 2012, TNG une duas inspirações que parecem, a princípio, opostas. A marca traz a modernidade da indústria têxtil em sintonia com a sustentabilidade, criando peças que utilizam sobras de fios e garrafas pet. De acordo com os criadores, as texturas remetem à natureza, reinterpretadas através de um olhar urbano.

Conforme os croquis, as saias curtas e os volumes em godê e babado são notáveis. Os vestidos têm modelagem ampla e cintura alta. Calças têm variações de fits, desde skinny até pantalona. Já para os homens, os tricôs ganham força. Os casacos e trench coats têm modelagem slim. Nas estampas, a principal referência é a Art Nouveau, com desenhos de pássaros e folhagens, por exemplo.

A base dos tecidos foi desenvolvida pela denovo. O processo gira em torno do reaproveitamento de tecidos e garrafas pet, que seriam descartados. Também são usados agentes de tratamentos biodegradáveis.

Completando a coleção eco-friendly, a TNG ainda apresenta óculos em acetato 100% reciclado e cintos, bolsas e sapatos criados com raspa de couro.

Fonte: UseFashion

Billabong apresenta coleção de inverno ecológica

sexta-feira, 15 de julho de 2011 15:58 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
A quinta edição da parceria entre a marca masculina de roupas esportivas Billabong e a fabricante de bebidas Água Schin traz produtos que fazem parte do universo dos surfistas, aliando moda e ecologia. No último dia 7, foi apresentada aos clientes da marca a nova fase da coleção Recycler Series para o Inverno, com peças elaboradas a partir da fibra de garrafa PET e uma novidade: a bolsa feminina, primeiro acessório desenvolvido para esta linha, para agradar também as mulheres.

O universo do surfista, que está sempre em busca da melhor onda, é o tema escolhido para a concepção dos produtos. Lugares inexplorados, trilhas e viagens de fim de semana com a namorada são as situações que envolvem a coleção, composta por três itens: t-shirt, boardshort e uma bolsa. Segundo a assessoria da marca, o tecido utilizado nessa fase é mais encorpado (necessidade imposta pelas baixas temperaturas da estação) e apresenta um toque rústico e um padrão listrado levemente triangular, em uma referência étnica. Além disso, passou também por um processo de envelhecimento na lavanderia, resultando em uma aparência desgastada, aspecto adquirido pelos produtos usados em muitas viagens.

A cartela de cores é composta por preto, mescla e azul. O lançamento foi realizado da flagship da Billabong, na Rua Oscar Freire, em São Paulo.

Consciência ambiental

“A malha PET tem um valor social e ecológico e a escolha por produtos sustentáveis faz parte dos valores da Billabong”, comenta Alessandra Berlinck, diretora geral do Grupo GSM para América Latina. A Água Schin também tem forte ligação com o tema por meio do apoio a projetos sociais e reciclagem de embalagens. A parceria entre as duas marcas começou em março de 2009 com a linha de camisetas ECO Recycled e se manteve em 2010, com o lançamento da primeira bermuda de malha feita a partir da reciclagem de garrafas PET.

Destaque também para a coleção Gallerie Series by Felipe Morozini, com camisetas estampadas com fotos representando uma visão poética do fotógrafo sobre pontos da cidade de São Paulo. “A Schincariol está sempre atenta ao que há de mais inteligente e criativo no mercado. A parceria com a Billabong no projeto Recycler Series surgiu para mostrar a preocupação da marca Água Schin em buscar soluções sustentáveis para o meio ambiente e colaborar com a reciclagem de milhares de garrafas pet descartadas nos oceanos. A continuidade do projeto é resultado do sucesso”, acrescenta Luiz Claudio Taya, diretor de marketing da Schincariol. A coleção já está disponível em todas as lojas Billabong.

Fonte: Portal Textília

Kildare lança linha de calçados ecológicos

quarta-feira, 6 de julho de 2011 02:18 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

Para mostrar que está atenta à preservação do planeta, a marca de calçados masculinos Kildare lança no mercado uma novidade 'ecofriendly'. Produzida de forma ecologicamente responsável, a nova linha - chamada 'Kildare Bio-Attitude' - conta com produtos fabricados com material que utiliza fios reciclados de garrafas PET e de aparas de tecidos descartados na indústria têxtil. Os modelos são confeccionados em couro ecológico, cujo processo de curtimento é realizado com produtos naturais.

Os calçados - que surgem em cano baixo, com ou sem cadarço - ganham diferentes combinações de cores, tecidos e estampas, integrando-se com o restante da coleção de verão da grife. O solado dos artigos da linha é feito de látex extraído de seringueiras de reflorestamento em conjunto com cascas de arroz, evitando assim que estas últimas sejam queimadas e agridam a camada de ozônio. O forro interno dos calçados é produzido com fibras de bambu e eucalipto, este último um antimicrobiano natural.

Os sapatos também utilizam espuma extraída da soja, o que reduz em 61% o consumo de energia durante a sua produção. Os ilhoses em alumínio permitem a reciclagem, enquanto o atacador utilizado é feito em algodão 100% natural, com tingimento à base de água. A preocupação ambiental é reforçada no uso de adesivos à base de água, dispensando o emprego de solventes na sua formulação. O contraforte e a couraça são 100% recicláveis e não geram resíduos no processo.

Fonte: FashionMag

Ecosimple conquista o prêmio GreenBest por têxtil ecológico

domingo, 29 de maio de 2011 23:39 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários


A Ecosimple, empresa do grupo têxtil Simpletex, um dos pioneiros no Brasil na produção de tecidos ecológicos, feitos à base de algodão reciclado e fibras PET, conquistou, no dia 14 de maio, o prêmio GreenBest na categoria materiais inovadores. Com fiação em Blumenau (SC) e tecelegem em Americana (SP), fornece seus tecidos para os segmentos de decoração, calçados, bolsas, acessórios e moda. O GreenBest, webstore internacional com sede nos Estados Unidos, promove esta premiação para valorizar o consumo e iniciativas sustentáveis por parte das empresas. O prêmio, com abrangência nacional, elege os vencedores de diversas áreas e setores que investem na sustentabilidade por meio de votação popular e de um júri especializado, batizado de Academia GreenBest. 

Pioneirismo
Esta não é o primeira e, com certeza, não será a última premiação da empresa. Devido ao aumento da procura por produtos ecológicos no Brasil e a parceria com marcas de prestigio do mercado fashion, como o estilista Alexandre Herchcovitch, que já apresentou looks feitos com seu produto na SPFW, a Ecosimples vem despontando no setor têxtil com indústria inovadora, graças à produção de tecidos eco-friendly. Em 2010, foi vencedora do Prêmio Planeta Casa, da Editora Abril, com sua linha de tecidos para decoração Ecohouse. Para o segundo semestre deste ano, se prepara para mais um lançamento, o Eco-Blue&Denin, uma linha de tecidos de brim, produzida a partir dos resíduos, aparas e retalhos descartados pelas confecções de jeans. “Fomos convidados a participar do concurso Objeto Brasil, que acontecerá em São Paulo no mês de outubro deste ano, que elege os ganhadores brasileiros para concorrer ao prêmio internacional Idea Awards de design sustentável. Somos a primeira tecelagem do Brasil a concorrer nesta categoria”, diz a tecnologa têxtil, Carina Leite, responsável pelo desenvolvimento de produto da Ecosimple.
Segundo ela, o processo produtivo da empresa, além de contemplar o meio ambiente também realiza um importante trabalho social junto às famílias de baixa renda que vivem da reciclagem de materiais. “Mantemos parceria também com empresas de acabamento que têm a mesma filosofia, como a Pano Digital, do Rio de Janeiro, que estampa tecidos com tintas a base de água, utilizando o mínimo possível de produtos químicos em sua estamparia”, acrescenta Carina.

Perfil
Dirigida pelos engenheiros têxteis, Claudio Rocha e Marisa Ferraguti, a Ecosimple, desde 2004, viabiliza, através da aliança com grandes indústrias têxteis (fornecedores de fibras PET e resíduos) a criação de um tecido de alta qualidade e “100% responsável”. A coleta das sobras de tecidos e das garrafas PET é encaminhada para pequenas cooperativas que se encarregam de separar os materiais por cor e enviá-los para serem reaproveitados pela Ecosimple. “Somos uma empresa moderna, que valoriza o trabalho, respeita a natureza e está preparada para atender uma nova geração de consumidores”, finaliza Carina Leite.

Fonte: Textilia

Garrafas PET se transformam em belos enxovais

sábado, 21 de maio de 2011 01:19 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

As garrafas PET descartadas na natureza de maneira inadequada ganham um destino nobre quando são direcionadas à indústria têxtil. Os fios de poliéster, feitos a partir da reciclagem do polímero, podem ser misturados com outras fibras como o algodão e gerar produtos bonitos, confortáveis e de qualidade.

A Altenburg, empresa com sede em Santa Catarina, atuante no segmento de cama e banho, comemora a reciclagem de mais de dois milhões de garrafas plásticas, na produção de sua linha Malha Eco. Pioneira no lançamento de enxoval, produzido a partir de fios mistos de algodão e PET, a empresa vem ampliando sua participação no mercado de itens sustentáveis, com o lançamento de novas estampas e incremento no mix de produtos. O mais novo item que integra o conjunto é o travesseiro produzido com o mesmo tecido de malha.

Desde 2009, Altenburg vem se destacando no cenário do consumo consciente, quando lançou o primeiro travesseiro Ecofriendly do Brasil, feito em tecido de puro algodão, sem a utilização de alvejantes químicos e com recheio de fibras de garrafa PET.

Para conhecer mais sobre a política de sustentabilidade e os lançamentos da marca, acesse o Linha Eco Altenburg. Neste hotsite é possível conferir diariamente a quantidade de garrafas reaproveitadas na produção da Altenburg e ainda obter dicas para cuidar melhor do planeta.

Fonte: Textilia 

Luxo do PET para Isis Valverde: linha de joias eco-sociais da novela para a vida real


Isis Valverde é uma atriz que entra no personagem. Ela gostou tanto dos acessórios desenvolvidos por Junia Machado pra Marcela, a mocinha que ela vive em “Ti-Ti-Ti“, que decidiu usá-los também fora do Projac.

Durante o processo de criação dos colares de flores usados na novela, Isis revelou à designer a vontade de fazer uma linha de joias com matérias recicladas. Nasceu então o projeto “Luxo do PET para Isis Valverde“, uma espécie de coleção sob medida pra atriz.

O resultado são peças confeccionadas em ouro e PET, proveniente de uma parceria da designer com a Coca-Cola. Além de reaproveitar o plástico, Junia ministra oficinas de artes com a matéria-prima na Associação dos Catadores do Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, no Rio.

Por enquanto dá pra conhecer – e comprar – colares e brincos da coleção no ateliê de Junia no Jardim Botânico. Na próxima semana eles chegam às outras lojas no Rio, SP e BH. E logo vai dar pra ver as peças supercoloridas no pescoço de Marcela, no folhetim fashionista da Globo. Isis adora borboletas, então deve entrar em cena com muitas delas (fica a dica!).

Junia Machado: (21) 3114-6754


Donna Onça: bolsas de bagaço de cana e palha de bananeira

Cada dia que passa mais materiais eco-friendly inusitados aparecem no mercado. O intuito é sempre garantir o baixo impacto ambiental e, muitas vezes, o desenvolvimento sócio-econômico.

A grife carioca de acessórios Donna Onça é um exemplo disso. Suas bolsas, carteiras, mochilas, capas de notebooks e nécessaires são feitas a partir de bagaço de cana de açúcar, folha de bananeira, PET e algodão reciclados e lona e couro ecológico. Toda a confecção é feita por cooperativas, como a Associação de Mulheres Empreendedoras de Campos dos Goytacazes (AME).

Para o próximo verão, a inspiração veio do habitat natural das onças, resgatando suas cores e formas. “A floresta abriga uma imensidão cromática apaixonante, além da diversidade de espécies e estruturas. Os pássaros remetem ao colorido. As árvores, com seus tons de cáqui, marrom e verde, contrapõem-se com o vibrante das flores exóticas. Os laços estão sempre presentes. Suas curvas retratam a infinita forma das delicadas borboletas. O coração não poderia faltar. Por meio de estampas e acessórios, ele concretiza todo o amor da Donna Onça pela natureza”, explica Denise Corrêa, sócia e estilista da marca, que batizou a coleção de Pegadas da Natureza.

As peças estão à venda no showroom Angela Bechara que fica na Rua Visconde de Pirajá 550, 1003, Top Center, Ipanema, Rio de Janeiro.

Fonte: Marie Claire

Madeira de PET reciclado mais resistente

Não é de hoje que objetos de madeira são os preferidos em pátios, parques e áreas ao ar livre. Utilizada pelo paisagismo para compor ambientes, a madeira exige uma série de cuidados para que sobreviva ao vento, à chuva e a possíveis fungos. Já para o material feito de resíduos plásticos, as intempéries do clima não são um problema.


A durabilidade característica do plástico permanece no novo material e vira protagonista em bancos, floreiras, lixeiras, cercas ou deques. A Madeplast, por exemplo, dá uma garantia de 10 anos em seu produto, que pode, ainda, ser serrado e pregado. Já o modelo da Acinplas não tem pregos ou parafusos de metal que possam enferrujar, todos os pinos também são de madeira plástica.

Mesmo com um processo de fabricação diferente, o objetivo dos produtos feitos pela paranaense Madeplast e pela gaúcha Acinplas é semelhante. A primeira mistura sobras de madeira com resíduos plásticos enquanto a segunda usa apenas os plásticos que sobram de sua produção de embalagens. A ideia final de ambas é produzir tábuas de alto padrão, resistentes e bonitas.

"Queremos desmistificar a ideia de que existe de que o produzido com material reciclado é de segunda linha", reforça Fabio Moreno, gestor de negócios da Madeplast.

Ao falar do mercado, os dois modelos vivem realidades distintas. Enquanto a Madeplast está há pouco mais de dois anos no mercado e já comercializa, a Acinplas precisa de mais apoio para produzir em escala as tábuas que começaram a ser feitas há 10 anos.

Com a ajuda da Universidade Positivo, a marca sediada em Curitiba comemora a aceitação no mercado. Mesmo com um preço três vezes maior do que o da madeira convencional, a madeira plástica vende. O grande estímulo é o fato de ser impermeável, não exigir manutenção e ser resistente a pragas, luz, calor e umidade. "A madeira plástica representa um novo paradigma", sintetiza Moreno.

O caminho da Madeplast

> Resíduos termoplásticos como bombonas de água, garrafas PET e frascos de cosméticos são coletados, separados, limpos e moídos por uma rede de fornecedores da Madeplast.

> Da mesma forma, sobras de madeira provenientes de podas de árvore ou de madeireiras são classificadas e picadas antes de chegar à indústria.

> Na indústria, uma máquina reúne os resíduos de plástico e os de madeira até alcançar uma mistura homogênea.

> Em média, são usados 50% de matéria-prima plástica e 50% de sobras de madeira. Essa porcentagem pode variar de acordo com o produto final almejado.

> Depois de misturados, os materiais seguem para o processo de extrusão. Com uma mudança de temperatura, a parte plástica derrete e se une à madeira. Dessa máquina, saem as tábuas de madeira plástica.

> Dependendo do que se deseja fazer com as tábuas, elas são cortadas e encaminhadas para o acabamento final. É nessa etapa que a madeira plástica ganha características visuais parecidas com as da madeira convencional, como os nós.

Fonte: Zero Hora

Billabong lança nova bermuda de pet reciclado

Ano passado a Billabong lançou uma bermuda em parceria com a Água Mineral Schin que era feita com garrafa PET. Agora chega as lojas um novo modelo: mais short e com estilo retrô. Cada peça evita o descarte de 6 garrafas.

O garoto propaganda é Yan Daberkow, surfista catarinense de 15 anos que é uma das principais apostas do surfe mundial. Até a etiqueta explicativa dentro da peça é de sarja reciclada. A Billabong Recycler Series Água Schin vai custar R$ 199,90 (um pouco salgado o preço, mas dentro da faixa de quem curte boas ondas) e estará disponível após o lançamento para convidados, dia 20/07.
Billabong
r. Oscar Freire, 909, Jardins, SP
Informações: (11) 3081-2798


Fonte: Lilian Pacce

Rio-à-Porter: Café e bagaço de cana viram acessórios fashion

terça-feira, 1 de junho de 2010 21:41 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
   

Pó de café, bagaço de cana, garrafas Pet, fibra de bananeira, cápsulas de café Nespresso usadas. Todos esses produtos têm um fim certo na casa de muita gente: o lixo. Pois para alguns designers que estão no Rio-à-Porter, feira de negócios que acontece junto com o Fashion Rio, transformam esses materiais em objetos de design, como colares e bolsas.

A marca Zóia, do Rio de Janeiro, especializada em produzir acessórios de cerâmica plástica, também inova em materiais. Tem colar que leva um revestimento de lâmina de PET, usadas geralmente para revestir móveis. As peças são de lâmina de bambu e um dos lados recebe o produto feito a partir desse tipo de plástico das garrafas.

A proprietária Alessandra Wagner diz que também estão dando um uso ao pó de café utilizado na fábrica. "Depois de usado, no lugar de ir para o lixo, passa por um processo de compactação, recebendo outros componentes para ficar duro", disse. O produto tem 90% de pó reciclável e exala o cheiro do café. A empresa também criou um colar com 21 cápsulas de Nespresso, como protótipo. "A aceitação foi grande e pelo menos 50% dos pedidos incluíram a peça." As sobras das cerâmicas plásticas também são reutilizadas para a confecção de acessórios. A média de preço ao consumidor dos produtos da empresa é de R$ 100.

A designer Denise Corrêa, dona da grife Donna Onça, que existe há dois anos, trabalha com bagaço de cana, lona e tecido de Pet, além de fibra de bananeira para criar bolsas e carteiras. "Uma carteira demora em média uma semana para fazer, a partir da prensagem do bagaço", afirmou.

Denise mantém parceria com a AME (Associação de Mulheres Empreendedoras de Campos de Goyatacazes), integrantes do ProArte, grupo de produção artesanal da cidade fluminense. As mulheres produzem ainda carteiras a partir de filtro de café usado e bijuterias também com o bagaço de cana.

Fonte: Terra

Coletivo Verde: t-shirt sutentável e com consciência ecológica

domingo, 2 de maio de 2010 21:38 by Fernanda Vasconcelos Torres 5 comentários


Conheci o Guilherme Augusti Negri graças ao Eco Trends & Tips. Leitor aqui do blog, sempre trocamos ideias e informações sobre esse universo. Certo dia chegou no meu e-mail uma mensagem dele, sobre uma pesquisa. Um link para um formulário super bem pensado sobre consumo de camisetas era parte do projeto que agora está se concretizando. 

Guilherme investigou de perto todo o processo de produção de uma camiseta sustentável - com todos os prós e contras (quem disse que é fácil ou barato ser verde?). Conversando com ele, percebi que já se fala bastante em consumo consciente, mas  'indústria consciente' não é uma expressão recorrente em notícias (principalmente de moda!). Declarar que o produto é ecológico, sustentável ou reciclado já não está sendo suficiente. Os consumidores exigentes estão em busca de empresas (empresários e empreendedores) que estejam dispostos realmente a uma mudanças de processos de produção e estudem o impacto ambiental do produto.

Pensando nesse público que surgiu o Coletivo Verde, um site amigo-irmão do Eco T&T, que, além de notícias, agora é também uma empresa do mercado de produtos de vestuário sustentáveis. De acordo com Guilherme, "a empresa tem como missão produzir e vender produtos sustentáveis, trabalhando em toda a cadeia com matérias-primas ecológicas  e dentro do comércio justo. É um desafio gratificante e espero aprender e contribuir muito".

A “Camiseta Verde" (que traz essa estampa super trendy de leão com juba de folhas - adorei!) é feita com tecido PET (50% Pet e 50% algodão). Toda a estamparia é feita com tintas a base de água, para não gerar resíduos poluentes. A confecção é feita em uma fábrica em Barretos que respeita os seus funcionários e que trabalha de forma correta e ética. Além da modelagem com um caimento incrível. "Ou seja em cada centimetro das camisetas há dedicação, amor e sustentabilidade", completa Guilherme. Levanta a mão quem quer!!!

Quer conferir mais: www.coletivoverde.com.br

H&M: The Garden Collection



H&M se soma a realidade ecofriendly e para receber a primavera lança The Garden Collection, além de muita estampa floral a grande sacada desta coleção é o uso de materiais sustentáveis.


* Algodão e linho orgânico, cultivado sem o uso de produtos químicos perigosos para o meio ambiente.

* Poliéster reciclado é feito com poliéster de garrafas PET ou sobras têxteis.
* Tencel é sedoso, renovável e produzido com um impacto ambiental mínimo.

 


Esta preocupação pelo meio ambiente é mais importante que a coleção, mas se você ficou curiosa para saber como são os modelitos, e principalmente, quanto custam veja o vídeo e visite The Garden Collection. Dia 18 de Março nas lojas.

 

Família constrói casa de garrafas PET na Argentina

terça-feira, 9 de março de 2010 23:10 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários
Não há maneira melhor de se aprender a respeitar a natureza e a reduzir seus impactos no planeta do que utilizando esses princípios na construção de sua própria casa. Foi isso que fez a família Santa Cruz. Eles utilizaram garrafas PET para erguer paredes, janelas, escadas e até camas, além de embalagens Tetra Pak para construir o telhado.

A Casa De Botellas foi construída em Puerto Iguazu, na Argentina, pelos próprios membros da família. No total, foram utilizadas 1.200 garrafas plásticas, 1.300 embalagens Tetra Pak e 140 caixas de CD’s na construção da casa, bem como outras 320 PETs utilizadas na confecção dos móveis.

Apesar de não ser arquiteto nem engenheiro, o patriarca Alfredo Santa Cruz diz que desenhou a casa para ser acessível, simples e criativa nos mínimos detalhes. “Estamos cuidando do planeta de uma maneira diferente, desde a criação de soluções eficazes, até a gestão dos resíduos domésticos”, diz.

A estrutura da casa e toda a mobília foram feitas inteiramente de plástico. Além de ambientalmente correta, a escolha da garrafa PET tem fundamentos práticos, diz a família. Elas levam até 300 anos para se decompor, são mais resistentes e duráveis que o cimento, além de possuírem proteção térmica e acústica e serem menos inflamáveis que outros materiais, como a madeira.

Eles contam ainda que captaram todo o material da obra em sua própria coleta seletiva e nos lixos da vizinhança. “Estamos conscientes de que, idealmente, deveriam existir estações de tratamento de resíduos, já que a maioria desses elementos pode ser reciclada. Mas por qualquer motivo, isso não acontece na quantidade necessária para diminuir a quantidade de resíduos gerados todos os dias no mundo”, lembram.

 

 

Mais que uma simples casa

No site da Casa De Botellas, a família explica como buscaram unir respeito social, ambiental, turístico e cultural em uma única iniciativa. Medidas que ajudam a espalhar a mensagem de conscientização pela comunidade e para os turistas que já fazem visitas constantes à casa são algumas delas. Eles ainda buscam alternativas para tornar a moradia mais sustentável e levam a sua essência para diversos locais da região.

Ao criar soluções práticas capazes de amenizar os problemas ambientais causados pelo homem, a Casa De Botellas tem servido de exemplo em muitos países, especialmente na América Latina. “Ela demonstra como um pouco de ‘engenhosidade criativa’ pode trazer positivas para a maneira como o ser humano interage com o meio ambiente”, completa Santa Cruz.

Fonte: Mercado Ético

Seleção brasileira usará camisa feita de garrafa PET


A seleção brasileira vai usar na Copa da África do Sul uma camisa de material reciclado. O novo uniforme foi apresentado nesta quinta-feira pela Nike, em Londres, e teve o jogador Alexandre Pato como modelo (na foto da direita).

Assim como a camisa azul, já anunciada, a amarela é feita com novo tecido Dri-Fit a partir de garrafas PET. São necessárias até oito garrafas para produzir uma camisa e, segundo a Nike, o processo de fabricação diminui em até 30% o consumo de energia se comparado ao uso de poliéster novo. Com essa nova tecnologia a peça fica 13% mais leve do que a usada na Copa de 2006.

A outras oito seleções patrocinadas pela empresa também usarão o mesmo tipo de camisa. Holanda, Portugal, Estados Unidos, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia tiveram os uniformes apresentados na mesma cerimônia.

 

Como ficou

O modelo amarelo da seleção possui uma  gola verde, inspirada na versão usada no tricampeonato de 1970. Há também listras verdes nos ombros, sendo que a da lateral esquerda contém cinco pequenas estrelas comemorativas aos títulos mundiais do Brasil. Ambas as listras são perfuradas para que a camisa fique mais leve para os jogadores.

Na parte posterior da gola está escrito ´Brasil´ e, na parte interior, ficam uma pequena bandeira nacional e a mensagem ´Nascido Para Jogar Futebol´. Dentro da camisa, na parte posterior do emblema da CBF há a mensagem de inspiração ´Com Muito Orgulho, Com Muito Amor´.

Os números únicos nas costas da camisa foram inspirados pelos numerais das notas da moeda brasileira e também são perfurados.

Os novos calções oficiais são no tradicional azul com uma listra branca em cada lateral. Na parte posterior da linha da cintura há cinco estrelas. As meias são brancas com uma fita verde e a palavra ´Brasil´ na lateral de cada panturrilha.

A camisa amarela da Seleção chega às lojas em duas versões, sendo uma idêntica a dos jogadores, ao preço sugerido de R$ 239,90, e uma réplica a R$ 199,90.



Fonte: eBand/Esporte | INFO Online

Trash art: reflexão e reciclagem

18:10 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
Encontrei o site Babel das Artes no Twitter (@babeldasartes) por um RT. De cara encontrei essa matéria (abaixo) super bacana sobre Trash Art (repare no vestido!). Adorei!

Todos nós produzimos lixo. Tem gente que não está nem aí com o lixo, tem gente que não percebe o lixo, tem gente que consome lixo e tem aqueles que transformam lixo algo em outra coisa — concreta e visível para, quem sabe, propor uma reflexão sobre o consumo.

 Usar o lixo como arte já tem até nome: lixo-arte ou trash art. Robert Bradfort faz esculturas com sobras de brinquedos; um urso polar feito com sacolas plásticas; Veronika Richterová choca com sua lagosta feita com garrafas pets. Outro exemplo é a alta costura transgressora de Emma Kaywin, com seu vestido feito com preservativos vencidos que iriam para o aterro sanitário.

 Pode não agradar aos olhos, mas faz pensar. Ou pelo menos, deveria. Sim, refletir sobre o cotidiano também é arte.
Robert-Bradfort-trash-art Robert Bradfort faz pessoas e animais com brinquedos quebrados 

urso polar Eden Project, UK Escultura de urso polar,Eden Project near St Austell, Cornwall, UK. 

Trash-art-lagosta-pet Lagosta de Veronika Richterová 

Vestido-feito-de-camisinhas-vencidas Vestido de Emma Kaywin feito de preservativos vencidos 

Casas construídas com plástico reciclado



O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido. Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque. Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.

As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.

“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

PLÁSTICO RECICLADO PODE SUBSTITUIR O COMPENSADO EM ESTRUTURA DE EDIFÍCIOS 

O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).

A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.

A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

Fonte: Yahoo!

Cangas brasileiras em PET conquistam Paris

A coleção Le Paréo Décorativ da Dona Fusion foi um sucesso no último salão Maison Objet, realizado no mês de setembro em Paris, cidade que abriga até o fim de dezembro a exposição “Vestir a Casa” com 15 estampas desta linha no Le Bon Marché, na Rive Gauche.

A Dona Fusion é uma parceria entre a associação Moda Fusion e a loja Dona Rosa e traz cangas de tecido de PET reciclado em 40 estampas diferentes assinadas por designers brasileiros e franceses. Elas são produzidas por presidiárias de São Paulo do programa Daspre, sob tutela da francesa Nadine Gonzalez, idealizadora da ONG franco-brasileira Moda Fusion.

Ou seja, é uma coleção super responsável para vestir o corpo e a casa e com uma forte pegada eco-social. As cangas estarão à venda nas boutiques parisienses Merci, L’Eclaireur, Colette e Le Bon Marché com estampas exclusivas. Assim como em lojas de St Tropez e da Córsega. No Brasil será vendida a partir de janeiro pelo site www.donafusion.com por R$ 150.

Fonte: Marie Claire/Estilo Ecochic

ZH: Legal é ser ecofashion


Se você se preocupa com a preservação do ambiente, a roupa que você está vestindo nesse momento pode dar pano para manga na discussão sobre sustentabilidade. Será que o seu guarda-roupa está respeitando o bem-estar do planeta? (Clique na imagem acima para amapliar).

O uso de matérias-primas menos agressivas e de processos menos poluentes está sendo incorporado pela indústria têxtil, que já se deu conta de que não pode ficar para trás na onda do respeito à natureza. Uma iniciativa que vem dando certo é a utilização do selo e-fabrics em peças que respeitam critérios socioambientais como a escolha da matéria-prima. Idealizado pelo Instituto e, o selo já está presente em marcas como Osklen, que dispõe de mais de 50 lojas no Brasil e outras 10 no Exterior, e Grendene, empresa gaúcha que exporta calçados para mais de 90 países.

– O selo e-fabrics conta a história do produto. O design também é importante e precisa criar desejo – afirma a diretora do Instituto e, Nina Braga.

Os cursos superiores de moda estão preocupados em formar designers preparados para as oportunidades criadas a partir da preocupação ambiental. Isso pode aumentar a oferta de produtos verdes.

– Os estilistas têm de pensar em todo o ciclo de vida do produto e em coleções com referenciais de moda menos descartáveis – afirma a professora de Ecodesign da Feevale, Ana Maria Argenton Woltz.

A onda de consumo consciente pode se mostrar uma oportunidade para o Brasil. A abundância de materiais sustentáveis, como a juta e o algodão orgânico, pode ajudar o país a se posicionar como referência em roupas ecológicas.

– A agenda comum no mundo é sustentabilidade. O Brasil é um celeiro de matéria-prima e reúne uma mão de obra gigante – garante Nina.

Assim como em outros setores, preocupar-se com a preservação é mais do que uma tendência: é uma necessidade. E o futuro se mostra sombrio para quem não assumir esse papel.

– Quem não incorporar políticas ambientais responsáveis vai ser punido pelo consumidor – prevê Rodrigo dos Reis, gerente de conteúdo da WGSN, empresa que pesquisa tendências de moda.




















E vamos às compras
- Observe se a etiqueta traz alguma informação sobre as matérias-primas ou os processos de fabricação. Empresas que se preocupam com a sustentabilidade querem que você saiba disso.
- Uma peça fabricada perto de onde você mora causa menos impacto, pois gasta menos recursos com o transporte.
- Tecidos que não precisam ser passados ou lavados com frequência economizam água e energia.
- Procure peças duráveis, que não saiam de moda tão rápido. O look do momento não precisa ser a regra no guarda-roupa e pode ser combinado com roupas mais atemporais e de qualidade.


Fonte: Zero Hora

Green Tee Ecodesign: Mostre que você veste a camisa da sustentabilidade

greenteeecodesign



Dica do leitor Gustavo Rios (obrigada!). A Umbigo - marca mineira  de camisetas cult -  lançou um concurso para os estudantes colocarem na camiseta sua preocupação com a sustentabilidade ambiental: o GREEN TEE ECODESIGN.

"É hora de mostrar a sua criatividade, ganhar prêmios em dinheiro e ter oportunidade de ter sua camiseta produzida em tecido feito de garrafa PET reciclada à venda no site da marca", propõem  no site.

A ideia para a estampa deve ser inspirada em um único tema - “SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL” – que trata diretamente de ações de preservação e conservação do meio ambiente, em conformidade com o desenvolvimento socioeconômico.

"A marca entende essa mistura e transforma tudo isso em uma nova forma de vestir, sempre atenta às responsabilidades do homem em relação à natureza", complementam.

A partir do tema, o participante deverá expressar, através da estampa da camiseta, uma abordagem sobre as atitudes que devem ser assumidas pelo homem em busca desta sustentabilidade.

O GREEN TEE ECODESIGN é aberto exclusivamente aos cidadãos estudantes universitários e/ou de cursos técnicos de design (gráfico, de produto ou de interior), desenho industrial, informática, comunicação, publicidade e propaganda, artes plásticas, arquitetura e moda, devidamente matriculados em qualquer instituição de ensino do Brasil.

Mais informações e inscrições aqui: http://www.meuumbigo.com.br/greentee/