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Pesquisa revela novo perfil de consumo: sustentável, bonito e viável


De alguns anos para cá, a sustentabilidade deixou de ser um conceito restrito ao mundo acadêmico. Sua aplicabilidade, frente a urgência das necessidades contemporâneas, fez com que a prática se disseminasse e, melhor, virasse pauta obrigatória para qualquer empresa que vise a sobrevivência no competitivo mundo capitalista.

Uma pesquisa desenvolvida pela TNS Brasil sobre consumo e sustentabilidade, ouviu 1,57 mil pessoas em todo o Brasil e apontou que 92% dos consumidores já ouviram falar no conceito, sendo que 14% deles sempre procuram comprar produtos identificados como ecologicamente corretos e 62% consomem este tipo de produto esporadicamente. Ainda conforme a pesquisa, 69% dos entrevistados estariam dispostos a pagar mais por um produto sustentável. Este movimento de mercado é embalado pela conscientização cada vez maior dos consumidores, que estão prestando mais atenção ao tema.

Walter Rodrigues, estilista e coordenador do Fórum de Inspirações da Assintecal, é enfático quanto ao futuro do conceito na moda: “em breve a sustentabilidade não será mais um diferencial, será uma condição obrigatória”. E aponta que o interesse na sustentabilidade tem modificado o olhar do consumidor sobre os produtos. E isso não significa um produto esteticamente feio, mas com um design diferenciado e que não leva em conta somente o resultado final, mas todo o processo de criação.

“Hoje é fácil o fabricante escolher seus insumos de fornecedores que tenham preocupação ambiental. Mas, se por um lado a moda está evoluindo na criação aliada ao ecologicamente correto, é preciso que se informe isso ao consumidor final”, avalia o estilista, ressaltando que todo o produto dito sustentável deveria vir com uma tag contando a história e o processo de fabricação que o levaram ao patamar de ecologicamente correto.

O diretor de Pós-Graduação e Extensão da ESPM, Genaro Galli, ressalta que a moda tem evoluído em sinergia com o conceito e que, atualmente, o maior desafio é conseguir um preço competitivo para esses produtos. O especialista acrescenta, porém, que o conceito de sustentabilidade é muito amplo para se ver somente na prateleira.

Para ele, a sustentabilidade de um produto tem que vir desde a sua concepção, desde a logística até a forma como é produzido, a questão social, etc... “Não adianta fazer um produto com fibras de bambu e utilizar mão-de-obra escrava para a sua produção”, afirma Galli.

Fonte: FashionMag

Observatório de Sinais indica sustentabilidade como nova aposta do varejo

domingo, 17 de julho de 2011 21:24 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

A palavra da moda – sustentabilidade – já chegou ao varejo. Produtos verdes, ecobags, reciclagem etc. Agora está na hora do comércio sair do discurso ideológico e integrar essa onda verde na sua gestão. É preciso pensar em toda a cadeia produtiva de forma sustentável, desde a contratação dos vendedores até a saída do consumidor da loja. Muitas lojas utilizam o conceito sustentável como um diferencial. Porém, a tendência é que ele faça parte de todo o processo de gestão do estabelecimento.

Segundo o sociólogo e diretor do Observatório de Sinais (São Paulo/SP) - escritório de tendências socioculturais e de consumo e também um instituto de pesquisas -, Dario Caldas, a questão da sustentabilidade ainda é um diferencial, no presente, para produtores e varejistas. “Trata-se de uma tendência em franco amadurecimento, com resposta cada vez mais forte por parte do consumidor, cujo perfil 'ecossensível' está em ascensão e ainda deve ganhar paulatinamente as classes de renda mais baixa”, salienta.

A médio e longo prazo, ele diz que a sustentabilidade tende a ser incorporada como algo apenas necessário. Um processo semelhante ocorre com a penetração da tecnologia no varejo. “As lojas podem atrair consumidores através da adoção de práticas sustentáveis, do mesmo modo que procuram se diferenciar introduzindo novidades tecnológicas. Mas o momento da novidade em relação à sustentabilidade já passou, se olharmos para um plano macro”, avalia.

VALOR - A conclusão de uma pesquisa do Walmart é que o consumidor norte- americano paga, em média, até 5% a mais por um produto verde. É possível chegarmos a esse patamar, no Brasil, mas Caldas ressalta que o problema é que os preços no Brasil já estão em geral muito altos, e mesmo que não estejam tão altos, a sensação do consumidor é que subiram muito nos últimos anos. “Não vejo espaço para nenhum tipo de despesa compensatória, que premie ações sociais ou ambientais (a não ser para um grupo muito restrito de consumidores), enquanto as condições macroeconômicas não melhorarem, afetando a percepção do consumidor sobre o preço, inclusive na comparação com os importados - e, infelizmente, não há previsão de que isso ocorra nos próximos anos”, lamenta.

Por outro lado, ele enfatiza que o acréscimo de preço só se justifica se o consumidor efetivamente perceber mais valor, e isso nem sempre acontece com os produtos ditos sustentáveis. “Falta tecnologia e design para que eles consigam comunicar esse valor, algo que as indústrias estão perseguindo com muito afinco, como mais uma estratégia de competitividade”, fala.

Fonte: FashionMag

Consciência ecológica já afeta escolhas dos consumidores brasileiros

Consumidores brasileiros admitem pagar 8% a mais por produtos sustentáveis e 36% dos consumidores globais evitam comprar de empresas que não agem de maneira sustentável. Os dados constam no Estudo Metaconsumidor - A sustentabilidade presente na visão do consumidor global -, apresentado em agosto de 2010 pela GS&MD - Gouvêa de Souza (São Paulo/SP), consultoria empresarial especializada em varejo. A pesquisa foi feita em 17 países, incluindo o Brasil, comparando a consciência e o comportamento do consumidor em relação ao consumo consciente e à sustentabilidade. Foram feitas 8.500 entrevistas e, no Brasil, uma pesquisa adicional com 500 entrevistas em São Paulo/SP, Recife/PE e Porto Alegre/RS.

A sócia-diretora da GS&MD, Daniela Siaulys, destaca que o Brasil foi um dos países de maior destaque na pesquisa na questão da disponibilidade em pagar mais caro, o que mostra que há um engajamento em fazer a coisa acontecer. “Alguns consumidores de países europeus disseram estar dispostos a pagar zero, mas eles acreditam que as empresas já tiveram tempo suficiente para se engajar e que hoje a sustentabilidade deve fazer parte do dia a dia”, explica. Ela crê que, no futuro, os brasileiros também enxergarão a sustentabilidade como valor agregado e que as empresas vão entendê-la como parte do custo.

O desafio de hoje, segundo Daniela, é garantir a perenidade do negócio, incluindo os aspectos ambientais. Ela acrescenta que, nos países desenvolvidos, o básico já é muito bem cumprido, mas, no Brasil, não existe uma legislação rigorosa. “O básico, no setor calçadista, seria oferecer um calçado adequado à necessidade da pessoa, mas ainda há empresas que oferecem um produto que se usa uma vez e o salto quebra, a tinta sai, etc. Lá fora, isso não ocorre porque a legislação é robusta e garante que o produto atenda ao que se propõe”, diz.

Fonte: FashionMag

Trendwatching: tendência Eco-Superior para 2011


O bureau Trendwatching divulgou um resumo chamado "11 Tendências Cruciais de Consumo para 2011" (tradução livre). Entre elas está a Eco-Superior: produtos que não são apenas eco-friendly, mas superior aos concorrentes poluidores em todos os sentidos possíveis. Pense uma combinação de funcionalidade ecológica superior, qualidade superior, e economia superior.

Eles questionam: "por que a necessidade de ser Eco-Superior?" A resposta vem em dados: "O número de consumidores busca ativamente produtos 'verdes' está atingindo um patamar alto, e começam a questionar o valor e a eficiência de ser verde:

• Embora 40% dos consumidores se digam dispostos a comprar produtos verdes, apenas 4% dos consumidores realmente faz a escolha no momento da compra. (Fonte: Journal of Marketing, setembro de 2010)
• 58% dos consumidores globais acham que os produtos ecológicos são demasiado caros, enquanto 33% dos consumidores globais acham que os produtos ecológicos não são tão bons. (Fonte: GfK Roper, setembro de 2010)

• Enquanto a quantidade de produtos verdes disponíveis para os consumidores dos EUA aumentaram 73% entre 2009 e 2010, apenas 5% dos produtos não foram encontrados para incluindo alguma reivindicação "greenwashing". (Fonte: TerraChoice, Outubro de 2010)".

O boletim ainda alerta para a tendência de "marcas líderes em 2011 passarem da pura comercialização da sustentabilidade dos seus produtos e preocupação ecológica (com seu alcance de nicho) e seguirem direto ao coração das alternativas tradicionais - enfatizando a qualidade superior e design, maior durabilidade e baixos custos de operação dos produtos - de uma forma que vai recorrer até mesmo ao consumidor mais eco-céticos, egoístas ou financeiramente impugnados".

Exemplos Eco-Superior? O Ovopur, um bem concebido dispositivo de purificação natural e ecológica da água, ou o WC Stealth, que contém um sistema de lavagem que utiliza apenas 0,8 litros de água por descarga - poupando a família média de aproximadamente 20.000 litros de água por ano, ou DeZir Renault, um supercarro conceito 'verde' que viaja 0-60 em cinco segundos, ou a lâmpada 12 watt Philips EnduraLED (foto acima). Vamos ficar de olho no mercado e nas eco-novidades!

Fonte: Trendwatching

It girl Alice Dellal protesta em vídeo contra a caça às baleias

quinta-feira, 24 de junho de 2010 02:03 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários
Alice Dellal não é apenas modelo, roqueira e it girl. Ela também luta contra a extinção de baleias e golfinhos! Um vídeo da WDCS (Whale And Dolphin Conservation Society) está rolando pela net e traz Alice escrevendo numa parede com sangue de baleia. Hoje, 21/06, acontece em Agadir (Marrocos) a discussão sobre o término da lei que, há 24 anos, proibe a caça às baleias. Outro nome envolvido é Paul McCartney, que recentemente mandou um comunidado oficial pela WSPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal) defendendo a causa. Enquanto isso, confira o vídeo com Alice!









Fonte: Lilian Pacce

Alexandre Herchcovitch leva tecido reciclado ao SPFW

quarta-feira, 16 de junho de 2010 13:12 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários
A São Paulo Fashion Week  já terminou, mas Alexandre Herchcovitch continua notícia quentinha. O estilista - que teve um casaco seu vestido pelo Dunga, técnico da Seleção Brasileira, na estreia do Brasil na Copa 2010 - levou às passarelas da semana de moda paulista uma coleção feita com um tecido 100% de material reciclado: o EcoSimple.

A produção do EcoSimple começa com famílias de baixa renda de Blumenau. Essas famílias separam os resíduos das indústrias têxteis por cores, sendo então encaminhados à fábrica onde é realizado um processo chamado de “rasgamento”, que não utiliza produtos químicos. Quando assume a forma de fibra, os materiais são fiados e esses fios são tecidos.

“Para conseguir maior resistência colocamos ainda 15% de fibras de PET reciclado“, conta Paulo Roberto Sensi Filho, sócio da EcoSimple e da EuroFios. “A logística é complicada pois é um trabalho de formiguinha“, completa.

Confira o desfile da coleção 2011 de Alexandre Herchcovitch:







Fonte: Eurofios

Osklen mostra processo de tingimento natural para Coleção 2011

terça-feira, 8 de junho de 2010 21:21 by Fernanda Vasconcelos Torres 2 comentários


Para quem está ansioso para conferir o desfile da Osklen na SPFW Primavera/Verão 2011, a marca divulgou pelo Twitter (@osklen) os bastidores animados do tingimento das peças com pigmentos naturais (como a foto acima, com o próprio Oskar colocando a mão na tinta). Muito índigo e inspiração marítima pelo que pode ser conferido nos cliques. Quer ver mais da função, confira aqui.

Textilia: o que é moda sustentável?

sexta-feira, 16 de abril de 2010 20:09 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários










Plantação de algodão, principal matéria-prima têxtil.

Sabe aquela camiseta de algodão natural do seu armário que traz geralmente uma mensagem amigável, insígnia de banda de rock ou política? Na verdade, a camiseta pode ser a roupa mais ambientalmente tóxica que você possui. E no Brasil cerca de 450 milhões de peças de camisetas são produzidas por ano.

 De acordo com estudo do IISD (Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustentável), para confeccionar uma camiseta de 250 gramas, na China, utiliza-se, em média, 160 gramas de agrotóxicos. Uma pesquisa do Departamento Agrícola dos Estados Unidos aponta ainda que cerca de um terço dos pesticidas e fertilizantes produzidos no mundo são pulverizados sobre o algodão.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que 25% dos inseticidas produzidos mundialmente são utilizados na plantação do algodão e quase metade deles são extremamente tóxicos. O Aldicarbe (ou Temik 150) é, por exemplo, o segundo pesticida mais utilizado na produção de algodão mundial e apenas uma gota dele, absorvida pela pele, é suficiente para matar um adulto.

Moda ecológica

Levantamento do IISD em conjunto com o Centro para Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente da Academia Chinesa das Ciências Sociais de Beijing revela que o algodão está no topo da lista de produtos que precisam de controle ambiental. Isso porque a água, os agrotóxicos utilizados no cultivo de algodão, os resíduos deixados nos rios e os restos despejados em aterros fazem com que o ciclo de vida da sua humilde camiseta de algodão tenha deixado um rastro ecológico gigantesco. Isso explica por que celebridades, como Jason Mraz, apareceram nos Grammys usando ternos de plástico reciclado. Mas o movimento de "ecologização" da indústria da moda levanta uma pergunta ainda mais relevante: o que seria a moda sustentável?

Para encontrar respostas coerentes e práticas seria necessária a opinião de profissionais do lado menos atraente da indústria da moda, como pesquisadores ambientais e engenheiros de produção especializados na fabricação de tecidos, envolvidos em estudos de impacto ambiental.Para desenvolver uma peça de roupa verdadeiramente orgânica que não seja financeiramente exorbitante, designers, estilistas e consumidores de moda, precisam trabalhar em conjunto com profissionais especializados em gestão de sustentabilidade. No entanto, para ser qualificado como orgânico, o algodão ou lã precisam passar por inspeções e processos sofisticados para não serem tocados por produtos químicos e substâncias tóxicas. Mas a indústria têxtil mundial encontra grande dificuldade para definir os padrões de qualidade mínimos necessários à criação de um produto realmente orgânico e sustentável.









A pesquisadora Carolina Murphy.

No Brasil, diversos produtores da Paraíba já trabalham com a IFOAM (International Federation of Organic Agriculture Movements) para atender à legislação referente a produtos orgânicos da Comunidade Européia e dos Estados Unidos. Em 2007, cerca de 7.500 hectares nos Estados Unidos foram dedicados à safra de algodão orgânico. E programas como o “North American Organic Fiber Processing Standards” já estão se popularizando junto à indústria da moda.
De acordo com as projeções do DataMonitor, o mercado varejista de vestuário no bloco BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) deverá chegar a US$ 253,6 bilhões em 2013.

 Por ser o principal produtor e importador de algodão cru e o maior exportador de tecidos de algodão e vestuário acabado do mundo, a indústria têxtil chinesa tem grandes interesses neste novo cenário. Sendo assim, ela já está se organizando para estabelecer requisitos necessários à obtenção de escala na cadeia de produção de roupas orgânicas. Sua cadeia produtiva já passou por danos que precisam ser resolvidos. O avanço do vasto deserto de Takla Makan, por exemplo, cujas dunas engoliram cidades inteiras e apavoram os moradores dos subúrbios de Beijin, tem sido associado à produção industrial do algodão em larga escala na província árida de Xinjiang ocidental.

Além da indústria têxtil, o universo da moda também está se mobilizando. No mês passado, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, em Genebra, realizou a EcoChic: um desfile de moda sustentável, em que designers conhecidos criaram peças de fibras naturais fabricados de forma mais sustentável.
Em fevereiro de 2010, na Fashion Week de Londres, a exposição “Estethica” foi dedicada à moda ecologicamente sustentável. Em março de 2010, o Fashion Institute of Technology em Nova York, uniu forças com a Universidade de Delaware e com a escola de design Parsons para montar uma exposição de moda sustentável, intitulada "Passion for Sustainable Fashion", na qual os estudantes criaram roupas com matérias de origem ética e matérias-primas ecologicamente neutras.
Outra alternativa seria o processo de reaproveitamento de produtos descartados como  o Upcycling, do qual o terno de Jason Mraz é um bom exemplo. O problema é descobrir como fazer o Upcycling em escala comercial. O importante é a conscientização de que sustentabilidade não se trata de modismos passageiros e sim de um assunto que deve ser abordado de forma coerente e séria.

 

Fonte: Carolina Murphy/ Textilia

Osklen lança camiseta beneficente para Run for Water

terça-feira, 6 de abril de 2010 18:27 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários


 A Osklen começa a vender essa semana a camiseta beneficente exclusiva da Dow Live Earth Run For Water, evento em prol da conscientização sobre a escassez de água no planeta.

A camiseta desenvolvida especialmente para o evento custa R$ 96, sendo que 7% do valor total arrecadado será revertido para o Instituto e ONG carioca do estilista Oskar Metsvaht, que promove o desenvolvimento sustentável no Brasil e tem parceria com o Live Earth, de Al Gore.

A Run For Water acontecerá nas principais capitais do mundo e consiste em uma série de corridas e caminhadas de 6km, em referência ao percurso médio que mulheres e crianças de países em desenvolvimento têm de atravessar para obter água diariamente. A edição brasileira será realizada em São Paulo e no Rio de Janeiro.


 


Fonte: Portal Onne

Sejaa: Gisele Bündchen lança linha de cosméticos ecobacana

 


Já faz tempo que Gisele Bündchen levanta a bandeira da ecologia. Ativista ambiental, Gi lançou dia 15 de março uma linha assinada por ela de produtos naturais para pele. Sejaa é resultado de muitos anos de pesquisa, segundo informa a página da marca no Facebook. Se ao usarmos os produtinhos ficarmos com a pele ao menos parecida com a da top, vai ser sucesso na certa, concordam? 

 


Enfim, impulsionada pelo desejo de desenvolver uma linha de beleza ecobacana que fosse o mais natural possível, Gisele também queria criar produtos de menor impacto sobre o meio ambiente – como muitas das ações que ela já tem executado nos últimos anos.
Feito com ingredientes naturais, fragrâncias calmantes e embalagens inteligentes produzidas com papel reciclado, Sejaa Pure Skincare é uma linha revolucionária que protege e auxilia a pele.
Segundo o release, a filosofia de Sejaa é simplicidade e amor a vida e ao planeta. Além disso, é gratidão pelo o que somos, respeito aos outros e por nós mesmos – profundo, né?

 


A ideia, um pouquinho pretensiosa da top, é estar presente em cada momento da vida das pessoas,  aguçando os sentidos como: toque, cheiro, etc. É uma forma também de abraçar o mundo e o meio-ambiente, naturalmente. Como fundadora da marca, Gisele diz: "Eu quero ajudar de alguma forma o mundo e as pessoas, sendo mais consciente, mais presente e mais feliz. E se a minha filosofia de vida e os meus produtos podem ajudar a fazer os outros mais felizes, então, sinto que tenho sido bem sucedida no que faço”.
Nas fotos da campanha de Sejaa rola o maior clima de praia e natureza, e ao que indica a locação - uma praia do Brasil – cara de Bahia, sabe? Será?
 
Produtos:
- Sejaa Night Cream

- Sejaa Day Cream

- Sejaa Tratamento de lama
 
Outro engajamento da Embaixadora da Boa Vontade e do marido Tom Brady é convidar o mundo a participar de uma iniciativa para enfrentar as mudanças climáticas. Em vídeos exclusivos, o casal incentiva as pessoas a se juntarem a eles no dia 27 de março, às 20h30min, apagando as luzes por uma hora. Trata-se da Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour.
O movimento cresce rapidamente no Brasil. A 16 dias da Hora do Planeta 2010, 5.088 pessoas, 388 empresas, 97 organizações e 14 cidades já disseram que irão apagar suas luzes e mostrar seu apoio na preservação dos ecossistemas e no combate ao aquecimento global. A adesão mundial à Hora do Planeta 2010 bateu, desde o início da semana, o recorde de 2009. Já são mais de 1.300 cidades em 100 países, dos quais 23 participam pela primeira vez do movimento.
Até o momento, foram confirmados que mais de 200 monumentos e ícones mundiais que terão suas luzes desligadas no dia 27 de março. Junte-se à Top. Luzes apagadas, velas acesas! Assista aos vídeos e participe.



Fonte: Mauren Motta

H&M: The Garden Collection



H&M se soma a realidade ecofriendly e para receber a primavera lança The Garden Collection, além de muita estampa floral a grande sacada desta coleção é o uso de materiais sustentáveis.


* Algodão e linho orgânico, cultivado sem o uso de produtos químicos perigosos para o meio ambiente.

* Poliéster reciclado é feito com poliéster de garrafas PET ou sobras têxteis.
* Tencel é sedoso, renovável e produzido com um impacto ambiental mínimo.

 


Esta preocupação pelo meio ambiente é mais importante que a coleção, mas se você ficou curiosa para saber como são os modelitos, e principalmente, quanto custam veja o vídeo e visite The Garden Collection. Dia 18 de Março nas lojas.

 

Luxo consciente: “Madame, durma tranquila”

 


Cena do filme Diamante de Sangue: Cartier foi questionada sobre a origem de suas pedras.


No mundo todo, as grandes marcas de luxo sempre foram conhecidas por sua incrível e glamourosa capacidade de lançar tendências. Basta que um acessório, cor ou tecido seja apresentado com sucesso nas passarelas para a novidade ser copiada em pequenas oficinas do interior da China ou nas maiores redes de varejo de roupa dos Estados Unidos. A recente crise econômica que abateu boa parte da economia dos países desenvolvidos e o surto de comedimento gerado por ela, no entanto, inverteram esse processo. Agora, são justamente as grandes grifes que perseguem uma "moda": a da sustentabilidade. Mais do que sentir um repentino amor pelas florestas ou por comunidades de países devastados por guerras e pela miséria, essas companhias foram, digamos, sensibilizadas por uma lógica puramente econômica. Nos últimos dois anos, segundo dados da consultoria Bain & Company, o mercado de luxo sofreu retração de mais de 10% - uma conta de quase 25 bilhões de dólares.

A expectativa dos analistas é que as vendas só retornem aos níveis de 2008 em 2012. Para enfrentar esses tempos bicudos, as marcas de luxo encontraram no apelo ecológico e na postura politicamente correta a maneira mais eficiente de fazer com que o consumidor não se sinta tão culpado ao desembolsar uma pequena fortuna por uma bolsa ou um vestido. "O ‘verde’ tornou-se o novo ‘pretinho básico’ do setor de luxo", afirma Manfredi Ricca, diretor da consultoria Interbrand em Milão. Entre os jovens, esse apelo é ainda mais eficiente. Uma pesquisa feita pela consultoria Luxury Institute de Nova York com mais de 1 000 pessoas entre 18 e 25 anos de idade mostrou que quase 60% delas buscam informações sobre sustentabilidade antes de decidir a compra de um item de luxo - ante 40% da média dos americanos.

MUITO LUXO, POUCA CULPA
O que algumas marcas de prestígio estão fazendo para conquistar uma aura sustentável

EMPRESA: Cartier
O QUE FEZ:
Lidera um programa mundial de certificação na exploração de pedras preciosas. A ideia é que a exploração de ouro e o diamante de suas joias não seja feita em zonas de conflito nem utilize mão de obra infantil, sobretudo na África

EMPRESA: Tiffany
O QUE FEZ:
Deixou de empregar corais na fabricação de suas joias. Para alardear o feito, montou vitrines no mundo todo (inclusive no Brasil) com peças sintéticas, imitando corais verdadeiros

EMPRESA: Bentley
O QUE FEZ:
Lançou seu primeiro modelo com motor flex, o Continental Supersports, em outubro. Segundo a montadora, o carro emite 70% menos CO2 se considerada toda a cadeia do etanol, desde a produção até a queima do combustível

EMPRESA: PPR
O QUE FEZ:
Além de ser dona da grife Stella McCartney, que não utiliza couro nem peles naturais em suas peças, patrocinou um documentário de 1 hora e meia sobre a devastação do planeta. O filme foi exibido em mais de 100 países

EMPRESA: LVMH
O QUE FEZ:
Adquiriu 50% da grife de moda Edun. A marca, criada pelo cantor Bono Vox e sua mulher, nasceu com o propósito de ajudar no desenvolvimento de países pobres. Suas roupas são feitas com algodão de lavouras de Uganda, do Quênia e da Índia.

Para ler a matéria na íntegra clique aqui.

Fonte: Planeta Sustentável/Revista Exame

Seleção brasileira usará camisa feita de garrafa PET

18:20 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários


A seleção brasileira vai usar na Copa da África do Sul uma camisa de material reciclado. O novo uniforme foi apresentado nesta quinta-feira pela Nike, em Londres, e teve o jogador Alexandre Pato como modelo (na foto da direita).

Assim como a camisa azul, já anunciada, a amarela é feita com novo tecido Dri-Fit a partir de garrafas PET. São necessárias até oito garrafas para produzir uma camisa e, segundo a Nike, o processo de fabricação diminui em até 30% o consumo de energia se comparado ao uso de poliéster novo. Com essa nova tecnologia a peça fica 13% mais leve do que a usada na Copa de 2006.

A outras oito seleções patrocinadas pela empresa também usarão o mesmo tipo de camisa. Holanda, Portugal, Estados Unidos, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia tiveram os uniformes apresentados na mesma cerimônia.

 

Como ficou

O modelo amarelo da seleção possui uma  gola verde, inspirada na versão usada no tricampeonato de 1970. Há também listras verdes nos ombros, sendo que a da lateral esquerda contém cinco pequenas estrelas comemorativas aos títulos mundiais do Brasil. Ambas as listras são perfuradas para que a camisa fique mais leve para os jogadores.

Na parte posterior da gola está escrito ´Brasil´ e, na parte interior, ficam uma pequena bandeira nacional e a mensagem ´Nascido Para Jogar Futebol´. Dentro da camisa, na parte posterior do emblema da CBF há a mensagem de inspiração ´Com Muito Orgulho, Com Muito Amor´.

Os números únicos nas costas da camisa foram inspirados pelos numerais das notas da moeda brasileira e também são perfurados.

Os novos calções oficiais são no tradicional azul com uma listra branca em cada lateral. Na parte posterior da linha da cintura há cinco estrelas. As meias são brancas com uma fita verde e a palavra ´Brasil´ na lateral de cada panturrilha.

A camisa amarela da Seleção chega às lojas em duas versões, sendo uma idêntica a dos jogadores, ao preço sugerido de R$ 239,90, e uma réplica a R$ 199,90.



Fonte: eBand/Esporte | INFO Online

Top 5: ideias sustentáveis em 2009

       

1. Sacolas retornáveis: se em 2008 elas viraram febre de lançamento por várias marcas, em 2009 se transformaram em hit de brinde. Cada dia é maior a diversidade de tamanhos, modelagens, estampas e preços. A maioria das pessoas ainda usa como bolsa secundária, que já sai cheia de casa. Quem sabe o conceito mude em 2010?

2. Tecidos orgânicos: em uma campanha instituída pela ONU, 2009 foi considerado o ano das fibras naturais. A organização afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor. As marcas responderam à altura, com alguns itens, coleções inteiras ou marcas especializadas, a exemplo da brasileira Eden.

3. Lojas ecológicas: situada na Vila Madalena, em São Paulo, a loja da Farm é conhecida como Harmonia, 57 por causa do endereço. Mas a verdade é que a tal harmonia vai além da localização. O prédio foi construído com sistema de reaproveitamento da água da chuva, todas as paredes têm plantas crescendo nelas, vidros e persianas motorizadas permitem o aproveitamento da luz natural. A C&A segue o mesmo caminho na loja em Porto Alegre.

4. Cargos de controle: empresas têm criado cargos para controle de sustentabilidade. Recentemente, a brasileira Grendene anunciou vaga. Já a norte-americana Levis calculou que a fabricação de cada jeans do tradicional modelo 501 consome quase 2 mil litros de água e que de nada adiantaria diminuir este número apenas na etapa industrial. Resultado: se associou à Ong Better Cotton Initiative, que atua na educação de agricultores do setor algodoeiro, para adotar técnicas com menos impacto ambiental.

5. Campanhas verdes: não basta ser sustentável, é preciso fazer todos saberem que você é, afinal, isso poderá gerar mais vendas. Na Pitti Uomo de verão 2010/11, marca Tie Ups expôs cinto 100% biodegradável em bloco de terra com grama. Já a Adidas lançou a linha "Plant Pack", que tem a natureza como inspiração. Suas peças publicitárias foram alusivas ao tema.

Fonte: UseFashion

Eco-Easy: tendências do Trendwatching para 2010


Todos os anos o bureau Trendwatching divulga uma prévia do que constatou que está vindo por aí. E o Eco Trends & Tips adianta uma das dez super tendências para 2010: o Eco-Easy.

"Enquanto as boas intenções atuais das empresas e os consumidores são úteis, eco-resultados sérios dependerão de tornar os produtos e processos mais sustentáveis para os consumidores - mesmo que estes não percebam, e, se necessário, não deixar muito espaço para clientes e empresas optarem por alternativas menos sustentáveis, para começar.

O que muitas vezes significa uma  forte, senão dolorosa, intervenção do governo, alguma coragem corporativa, ou uma forma brilhantemente inteligente de design e de pensar, se não todos eles combinados.

Pensar em edifícios cuidadosamente verdes, proibição total de sacos plásticos e garrafas, quota super restrita de atum-rabilho (espécie de peixe ameaçada pela pesca predatória) - ou qualquer coisa que não deixe escolha, não dê espaço para complacência, e assim torna "fácil" para os consumidores (e corporações ) fazerem a coisa certa e necessária".

A ideia soa um tanto imperativa, sob uma perspectiva capitalista e democrática de consumo. Mas, se pensarmos nas tendências bastante restritivas da sociedade ocidental (fumo, álcool, etc.), é realmente considerável que o efeito da preocupação com a temática ecológica e sustentável sob o mercado só seja perceptível a partir de uma interferência política  - tanto do Estado quanto dos cidadãos - ou econômica - por mudança do posicionamento das empresas e dos consumidores. Seguindo esse raciocínio, tudo fica eco-fácil.

¡Viva la revolución! Neta de Che estrela campanha da PETA

terça-feira, 23 de junho de 2009 12:01 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

guevara



Lydia Guevara, 24, neta do líder revolucionário Ernesto Che Guevara, adotou um novo front para promover a causa do vegetarianismo.

Guevara posou seminua para uma campanha da ONG PETA que pede para que as pessoas "se unam à revolução vegetariana", segundo o porta-voz da organização Michael McGraw.

A campanha deve começar a aparecer em outubro em revistas e pôsteres. A Argentina, país onde nasceu Che Guevara, será o primeiro país a receber o material.

A PETA se aproximou de Guevara poucos meses após descobrir que ela era uma vegetariana, segundo McGraw.

Guevara veste calças camufladas, uma boina vermelha, e um colete com cenouras.

A frase do anúncio, disse McGraw, é uma forma de homenagear o avô da jovem. Trata-se da primeira campanha da PETA na América do Sul promovendo o vegetarianismo.

 

Fonte: Folha Online/ Associated Press (NYC)

Tapete verde: McCartney recebem VIPs para lançamento de campanha global

terça-feira, 16 de junho de 2009 01:18 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários

yoko



A família McCartney ( Paul e as filhas Stella e Mary) deu mais uma prova de eco-consciência nesta segunda-feira (15.06) recebendo amigos em Londres para o lançamento da “Meat Free Monday”. A campanha global propõe que as pessoas deixem de ingerir carne uma vez por semana. Com o apoio da “UK's Food Climate Research Network”, defende que a indústria interfere diretamente no aquecimento global.

A “Meat Free Monday” tem simpatizantes de peso: Chris Martin, Jeff Koons, Alec Baldwin, Sheryl Crow, Kevin Spacey, Kelly Osbourne, Moby. Uma ativista, entretanto, mesmo entre os militantes famosos, recebeu todas as atenções durante o encontro: Yoko Ono.


Fonte: RG Vogue (+ galeria de fotos)

Farm recria floresta e Louis Vuitton coloca jardim dentro de shopping

terça-feira, 26 de maio de 2009 18:18 by Fernanda Vasconcelos Torres 1 comentários

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A Farm, marca brasileira engajada com a proposta natural em todas as suas lojas, destaca-se com o projeto Farm Harmonia, na Vila Madalena, em São Paulo. Com palmeiras e pedras decorativas, o estabelecimento segue o conceito de arquitetura verde não só em sua fachada.

Diversas plantas decoram os três pisos da loja e recriam uma verdadeira floresta, já que as escadas que ligam os pisos são feitas com madeira de reflorestamento. As cortinas dos provadores estampam fotos das plantas externas da casa e ao lado dos provadores há uma varanda com rede para descanso.

O marketing olfativo também é trabalhado no interior do ambiente e as paredes externas são recobertas por vegetais que captam a água da chuva e depois a reutilizam através de um sistema de tratamento.

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Jardim temporário na Louis Vuitton

Outra marca que está atenta não somente às tendências da moda, mas também à questão de interiores com proposta ecológica é a Louis Vuitton. O artista britânico Jeremy Deller foi convidado a criar um jardim urbano temporário para inaugurar uma loja no maior shopping center da Europa, o Westfield, em Londres.

Inspirado pela primavera, pela paixão inglesa por jardins e pelo aproveitamento total de pequenos espaços, a fusão de arte e natureza foi feita com várias cestas de flores e vegetais. O jardim de Deller, que inclui até um casal de espantalhos, permanece em Westfield até 2 de junho, para então ser doado à Hammersmith Community Gardens, um jardim-escola cuidado pelos no bairro de Hammersmith.

 

 Fonte: Núcleo de Pesquisa e Comunicação/UseFashion (+ fotos)

Gucci apoia documentário sobre o planeta

segunda-feira, 25 de maio de 2009 11:03 by Fernanda Vasconcelos Torres 0 comentários
Gucci segue mostrando seu lado mais altruísta. Nesta ocasião o grupo PPR financiou o último filme produzido por Luc Besson. Trata-se de Home, realizado por Yann Arthus- Bertrand e no qual o cineasta quis sensibilizar ao público com a necessidade de cuidar o planeta terra.

 

Além de produzir o filme que se estreará este verão, Gucci editou uma camiseta benéfica edição limitada que será comercializada a partir do 25 de maio nas suas lojas. A camiseta custará 140 euros e os benefícios obtidos se doarão à organização goodplanet.org

A camiseta foi criada com algodão orgânico, e vem em uma embalagem reciclável. Junto ao logotipo do filme, podemos ver o monograma da marca ... Será a camiseta do verão?

 






Fonte: Cajon DeSastre

Trendwatching.com divulga 12 eco sub-tendências

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A empresa trendwatching.com trabalha com pesquisa de tendências de consumo em 120 países. Anualmente eles divulgam um relatório que traz uma prévia do que acontecerá no decorrer do ano.

"Embora a crise financeira possa reter algumas iniciativas verdes, o futuro nunca pareceu tão ecológico. Principalmente porque a criação de uma economia mais sustentável não é uma opção, mas uma necessidade. E todos sabemos que a necessidade é a mãe da invenção. Essa é a razão pela qual este mês, em meio ao desmoronamento de bancos, encontro do G20 e planos de estímulo, destacamos 12 eco sub-tendências que qualquer comerciante ou empresário pode praticar hoje mesmo", explicam.

Confira o relatório completo aqui (em inglês).