"A lingerie é como uma segunda pele e por isso é importante que os materiais sejan saudáveis" . São palavras de Jenny White a designer gráfica inglesa por tras de Eco boudoir, uma marca de lingerie sustentável. Seda, bambu, pigmentos naturais e design impecável garantem o êxito desta marca ética , confira aqui!
Além de vender, a proposta de Jenny é educar, por isso na web more than pretty knickers podemos descobrir que tipo de calcinha é "boa" ou "má", aprender quais são os materiais ecofriendly e ver um vídeo de conscientização sobre a importância de usar roupa ecológica .
A campanha com o lema “Se não sabe o que tem suas calçinhas, por que você as usa?”,entre outras coisas avisa: •São produzidos 18kg de CO2 para a fabricação de uma calçinha •2000 milhões de dólares anuais são gastos em pesticidas para o cultivo do algodão •Gastamos 20 000 litros de água para conseguir 1kg de algodão. Assista o vídeo completo abaixo!
Com o objetivo de produzir moda íntima sustentável, mas que também fosse estilosa, Jason Kibbey e Jeff Denby criaram a Pact, nos Estados Unidos.
A preocupação dos sócios se voltou para o design das peças, que são feitas em cores e estampas chamativas, e para as embalagens com apelo ecológico. "Antes da Pact, o que havia em underwear sustentável era terrível, com tecidos e embalagens ruins. Tanto que esses produtos não tinham `credibilidade verde´. Inovação e design estavam faltando", explica Kibbey.
Azul, vermelho, cinza, roxo e laranja são as principais cores utilizadas pela grife, tanto em calcinhas quanto em cuecas. As modelagens são variadas e vão desde as peças mais amplas e confortáveis, até as menores.
Parte do lucro vai para ONGs que trabalham em prol do ambiente. Cada uma dessas organizações recebe uma estampa diferente, desenhada por um designer específico.
Além disso, a marca também tem como prioridade encontrar fornecedores que estejam voltados para a produção de baixo impacto na natureza.
Roupas ecológicas já são uma realidade no mercado de moda. Mas o mercado de lingeries demorou um pouco mais a compartilhar dessa ideia. Chamou atenção em algumas publicações voltadas ao público feminino duas campanhas balizadas na causa com atrizes globais de garota-propaganda.
A primeira, da tradicional Valisère, traz Fernanda Lima (em ótima forma após ser mamãe de gêmeos) vestindo conjuntos delicados com apelo sexy. A marca desenvolveu junto à Rosset o sistema Eco Dry ™ para o tingimento de tecidos sintéticos com praticamente eliminação do consumo de água deste processo.
"Estamos celebrando uma nova fase na Valisère, uma fase de esperança, consciência e responsabilidade. Uma fase em que buscamos despertar os valores, informar e propagar um movimento de conscientização da vida no planeta. Não somos os primeiros nem seremos os últimos, mas queremos sedimentar, com muito orgulho, nossa colaboração com o bem estar do planeta e, conseqüentemente, o nosso", explicam no site.
Alinne Moraes segue a linha sensual (fotografada por Gui Paganini) na apresentação das três coleções da marca sul-matogrossense un.i: bamboo (seu tecido é composto de fibras de bambu, uma matéria-prima autossustentável e antibactericida que ainda regula a temperatura do corpo e garante às peças maciez e beleza), eco organic (composta por 95% algodão e 5% elastano) e 100% algodão organic (todas as peças dessa linha são feitas com tecido composto 100% de algodão orgânico).
Além das coleções, a grife criou o site promocional Mulheres Salvando o Planeta, onde todas podem postar sugestões e concorrer a prêmios.